Geral
August 24, 2017
Para governo, produtores já compreendem a importância das apólices que protegem dos riscos climáticos e da perda de renda, entre outras ameaças
Números divulgados pelo Ministério da Agricultura confirmam a crescente importância do Seguro Rural no aumento da resiliência do agronegócio nos últimos anos. Via Programa de Subvenção ao Prêmio do Seguro Rural (PSR); cerca de 420 mil produtores rurais tiveram sinistros atendidos, com o guarda-chuva do seguro protegendo mais de 52 milhões de hectares, sobretudo em culturas como soja, trigo, milho, maçã e uva, no período compreendido entre 2006 e 2015. No acumulado do período, as indenizações pagas em virtude da ocorrência de eventos climáticos adversos totalizaram R$ 2,92 bilhões, o equivalente a mais de 75 mil apólices de seguro rural. Os números foram apresentados nesta quarta-feira (23) durante reunião na Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA); em Brasília.
O Departamento de Gestão de Riscos (Deger) da Secretaria de Política Agrícola do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento disponibilizará na página da internet do Mapa, nos próximos dias, o primeiro relatório sobre as indenizações pagas no PSR. O documento contém informações detalhadas sobre as indenizações pagas. Os dados são apresentados na forma de indicadores relacionados aos pagamentos, tais como o índice de sinistralidade e taxa de risco observado, segundo nota do Ministério.
A análise da sinistralidade foi feita como um todo e também para as regiões e por atividades de maior relevância dentro do programa e das seguradoras habilitadas a operar por seu intermédio. “É muito importante para o produtor rural conhecer bem esses números, porque demonstram a importância da contratação do seguro rural para a manutenção da atividade agrícola, à medida que evitam o endividamento. Além disso, os agricultores podem conhecer melhor os fatores de risco a que estão expostos nas diferentes culturas e regiões”, destaca o secretário de Política Agrícola, Neri Geller.
Para o diretor do Deger, Vitor Ozaki, o estudo corrobora a necessidade da presença do governo, via concessão de subvenção ao prêmio, no mercado de seguro rural com a finalidade de conferir maior equilíbrio ao sistema: “Antes o produtor não contratava o seguro porque era muito caro e o mercado não se desenvolvia em razão da baixa demanda”.
De acordo com Ozaki, a partir do momento em que o Governo Federal passou a incentivar a contratação do seguro, a demanda cresceu, atraindo mais seguradoras para o mercado, contribuindo para maior competitividade e aprimoramento dos produtos.
Segundo o diretor, ao longo de 10 anos, os produtores entenderam a importância do seguro rural como uma proteção ante os riscos climáticos, mas também para a manutenção da sua renda.
O PSR é um programa estratégico da política agrícola brasileira. Instituído em 2005, o programa tem auxiliado milhares de produtores a contratar o seguro rural, como forma de prevenir eventuais perdas financeiras.
August 24, 2017
Para governo, produtores já compreendem a importância das apólices que protegem dos riscos climáticos e da perda de renda, entre outras ameaças
Números divulgados pelo Ministério da Agricultura confirmam a crescente importância do Seguro Rural no aumento da resiliência do agronegócio nos últimos anos. Via Programa de Subvenção ao Prêmio do Seguro Rural (PSR); cerca de 420 mil produtores rurais tiveram sinistros atendidos, com o guarda-chuva do seguro protegendo mais de 52 milhões de hectares, sobretudo em culturas como soja, trigo, milho, maçã e uva, no período compreendido entre 2006 e 2015. No acumulado do período, as indenizações pagas em virtude da ocorrência de eventos climáticos adversos totalizaram R$ 2,92 bilhões, o equivalente a mais de 75 mil apólices de seguro rural. Os números foram apresentados nesta quarta-feira (23) durante reunião na Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA); em Brasília.
O Departamento de Gestão de Riscos (Deger) da Secretaria de Política Agrícola do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento disponibilizará na página da internet do Mapa, nos próximos dias, o primeiro relatório sobre as indenizações pagas no PSR. O documento contém informações detalhadas sobre as indenizações pagas. Os dados são apresentados na forma de indicadores relacionados aos pagamentos, tais como o índice de sinistralidade e taxa de risco observado, segundo nota do Ministério.
A análise da sinistralidade foi feita como um todo e também para as regiões e por atividades de maior relevância dentro do programa e das seguradoras habilitadas a operar por seu intermédio. “É muito importante para o produtor rural conhecer bem esses números, porque demonstram a importância da contratação do seguro rural para a manutenção da atividade agrícola, à medida que evitam o endividamento. Além disso, os agricultores podem conhecer melhor os fatores de risco a que estão expostos nas diferentes culturas e regiões”, destaca o secretário de Política Agrícola, Neri Geller.
Para o diretor do Deger, Vitor Ozaki, o estudo corrobora a necessidade da presença do governo, via concessão de subvenção ao prêmio, no mercado de seguro rural com a finalidade de conferir maior equilíbrio ao sistema: “Antes o produtor não contratava o seguro porque era muito caro e o mercado não se desenvolvia em razão da baixa demanda”.
De acordo com Ozaki, a partir do momento em que o Governo Federal passou a incentivar a contratação do seguro, a demanda cresceu, atraindo mais seguradoras para o mercado, contribuindo para maior competitividade e aprimoramento dos produtos.
Segundo o diretor, ao longo de 10 anos, os produtores entenderam a importância do seguro rural como uma proteção ante os riscos climáticos, mas também para a manutenção da sua renda.
O PSR é um programa estratégico da política agrícola brasileira. Instituído em 2005, o programa tem auxiliado milhares de produtores a contratar o seguro rural, como forma de prevenir eventuais perdas financeiras.
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