Geral
September 26, 2017
O setor tem atualmente quase R$ 1 trilhão em ativos financeiros.
O crescimento do mercado de seguros este ano deverá ficar na faixa de 6% a 7,5%, segundo informações do presidente da Confederação das Seguradoras (CNseg); Marcio Coriolano. A nova projeção, abaixo dos cerca de 9% previstos no início do ano, foi divulgada na 8º Conseguro, que aconteceu no Rio de Janeiro.
Apesar da revisão para baixo, Coriolano ressaltou que as perspectivas ainda são positivas para 2017, considerando os sinais de melhora dos principais indicadores econômicos no segundo trimestre, como avanço de 0,2% do Produto Interno Bruto (PIB) e o recuo da inflação que, em 12 meses, acumulou 2,46%.
O mercado segurador encerrou julho com expansão nominal de 3,5%. Os dados oficiais ainda serão, contudo, confirmados pela Susep. “Pode ser considerado decréscimo, mas reforça a resiliência do mercado”, assinalou o executivo. Os destaques foram os segmentos de crédito e garantias, com expansão de 29,3%; vida individual (26%); vida risco tradicional (19,1%); rural (17,7%) e PGBL (12,7%).
Coriolano destacou, no entanto, que as provisões técnicas continuaram superando o crescimento da arrecadação, com 17,3%, encerrando a primeira metade do ano em R$ 840,8 bilhões. O setor tem atualmente quase R$ 1 trilhão em ativos financeiros.
No segmento de seguros gerais, o presidente da Fenseg, João Francisco Borges, previu crescimento de 1,4% em função da queda na arrecadação do DPVAT. Sem esse impacto, ressaltou, a expansão seria de 6,9%. Já em previdência, a projeção é de crescimento de 6,3% ante a previsão do início de ano de 11%. Isso porque, segundo o presidente da Fenaprevi, Edson Franco (foto); além de a base de comparação ser 2016, ano em que a arrecadação de previdência tomou fôlego no segundo semestre, com a recuperação da confiança de retomada econômica e queda de juros, começa haver uma reorganização dos fluxos de capitais em direção à Caderneta de Poupança e ativos de renda variável, que se tornam mais atrativos em ambiente econômico mais estável.
No segmento de Saúde Suplementar, a expectativa da Fenasaúde, presidida por Solange Beatriz Palheiro Mendes, é de crescimento na faixa de 9,9%, numa expectativa mais pessimistas, e de 11,3% para um cenário mais otimista – a relação anterior era de 11,4% e 12,8%, respectivamente. Já na área de Capitalização, o otimismo é maior, de acordo com o presidente da Fenacap, Marco Antônio da Silva Barros, apesar da queda de quase 3% no primeiro semestre, justamente em função da melhora dos indicadores econômicos, reforçados pela liberação do saldo do FGTS que, de acordo com o executivo, fez com que as pessoas deixassem de lançar mão de suas respectivas poupanças. “Melhoramos a performance, com queda de 8,13% nos resgates no semestre”, assinalou.
September 26, 2017
O setor tem atualmente quase R$ 1 trilhão em ativos financeiros.
O crescimento do mercado de seguros este ano deverá ficar na faixa de 6% a 7,5%, segundo informações do presidente da Confederação das Seguradoras (CNseg); Marcio Coriolano. A nova projeção, abaixo dos cerca de 9% previstos no início do ano, foi divulgada na 8º Conseguro, que aconteceu no Rio de Janeiro.
Apesar da revisão para baixo, Coriolano ressaltou que as perspectivas ainda são positivas para 2017, considerando os sinais de melhora dos principais indicadores econômicos no segundo trimestre, como avanço de 0,2% do Produto Interno Bruto (PIB) e o recuo da inflação que, em 12 meses, acumulou 2,46%.
O mercado segurador encerrou julho com expansão nominal de 3,5%. Os dados oficiais ainda serão, contudo, confirmados pela Susep. “Pode ser considerado decréscimo, mas reforça a resiliência do mercado”, assinalou o executivo. Os destaques foram os segmentos de crédito e garantias, com expansão de 29,3%; vida individual (26%); vida risco tradicional (19,1%); rural (17,7%) e PGBL (12,7%).
Coriolano destacou, no entanto, que as provisões técnicas continuaram superando o crescimento da arrecadação, com 17,3%, encerrando a primeira metade do ano em R$ 840,8 bilhões. O setor tem atualmente quase R$ 1 trilhão em ativos financeiros.
No segmento de seguros gerais, o presidente da Fenseg, João Francisco Borges, previu crescimento de 1,4% em função da queda na arrecadação do DPVAT. Sem esse impacto, ressaltou, a expansão seria de 6,9%. Já em previdência, a projeção é de crescimento de 6,3% ante a previsão do início de ano de 11%. Isso porque, segundo o presidente da Fenaprevi, Edson Franco (foto); além de a base de comparação ser 2016, ano em que a arrecadação de previdência tomou fôlego no segundo semestre, com a recuperação da confiança de retomada econômica e queda de juros, começa haver uma reorganização dos fluxos de capitais em direção à Caderneta de Poupança e ativos de renda variável, que se tornam mais atrativos em ambiente econômico mais estável.
No segmento de Saúde Suplementar, a expectativa da Fenasaúde, presidida por Solange Beatriz Palheiro Mendes, é de crescimento na faixa de 9,9%, numa expectativa mais pessimistas, e de 11,3% para um cenário mais otimista – a relação anterior era de 11,4% e 12,8%, respectivamente. Já na área de Capitalização, o otimismo é maior, de acordo com o presidente da Fenacap, Marco Antônio da Silva Barros, apesar da queda de quase 3% no primeiro semestre, justamente em função da melhora dos indicadores econômicos, reforçados pela liberação do saldo do FGTS que, de acordo com o executivo, fez com que as pessoas deixassem de lançar mão de suas respectivas poupanças. “Melhoramos a performance, com queda de 8,13% nos resgates no semestre”, assinalou.
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