Geral
October 20, 2017
Publicação da CNseg, FENACOR e FenSeg está disponível para consultas no portal e será endereçada a parlamentares antes da votação do PL 3139/15
Uma cartilha para demonstrar as diferenças entre a solidez do seguro de automóvel e as fragilidades da proteção veicular acaba de sair dos prelos e será endereçada ao Congresso Nacional, stakeholders e formadores de opinião. Disponível em versão impressa ou digital, a cartilha “Proteção veicular não é seguro”- produzida pela CNseg, FENACOR e FenSeg- lista em suas 24 páginas as razões pelas quais o consumidor corre risco ao adquirir produtos dessas entidades mútuas, modelo esse de negócios que já deixou um saldo de prejuízos irreparáveis no passado, porque, como hoje, não cumpre as regras prudenciais e de solvência necessárias no mercado de seguros.
A cartilha conclui que o avanço das entidades mútuas representa um retrocesso, não só porque concorrem de forma desleal no mercado formal de seguros, mas também porque, sem fiscalização, podem transformar em pó a poupança de milhares de consumidores incautos e atraídos por promessas que não serão cumpridas. O barato que sai caro.
Nesse momento, tramita na Câmara dos Deputados um projeto de lei (PL 3139/15) que proíbe associações e cooperativas ou clubes de benefícios de comercializarem contratos de natureza securitária.
October 20, 2017
Publicação da CNseg, FENACOR e FenSeg está disponível para consultas no portal e será endereçada a parlamentares antes da votação do PL 3139/15
Uma cartilha para demonstrar as diferenças entre a solidez do seguro de automóvel e as fragilidades da proteção veicular acaba de sair dos prelos e será endereçada ao Congresso Nacional, stakeholders e formadores de opinião. Disponível em versão impressa ou digital, a cartilha “Proteção veicular não é seguro”- produzida pela CNseg, FENACOR e FenSeg- lista em suas 24 páginas as razões pelas quais o consumidor corre risco ao adquirir produtos dessas entidades mútuas, modelo esse de negócios que já deixou um saldo de prejuízos irreparáveis no passado, porque, como hoje, não cumpre as regras prudenciais e de solvência necessárias no mercado de seguros.
A cartilha conclui que o avanço das entidades mútuas representa um retrocesso, não só porque concorrem de forma desleal no mercado formal de seguros, mas também porque, sem fiscalização, podem transformar em pó a poupança de milhares de consumidores incautos e atraídos por promessas que não serão cumpridas. O barato que sai caro.
Nesse momento, tramita na Câmara dos Deputados um projeto de lei (PL 3139/15) que proíbe associações e cooperativas ou clubes de benefícios de comercializarem contratos de natureza securitária.
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