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CNseg apresenta desempenho do setor de seguros em coletiva de imprensa

A Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg) realizou uma coletiva de imprensa, em ambiente virtual, pa ...



December 15, 2020

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A Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg) realizou uma coletiva de imprensa, em ambiente virtual, para apresentar o balanço do setor segurador no ano de 2020, na manhã de segunda-feira, dia 14.


O evento contou com a participação do presidente da CNseg, Marcio Coriolano; do presidente da Federação Nacional de Seguros Gerais (FenSeg); Antonio Trindade; do presidente da Federação Nacional de Previdência Privada e Vida (FenaPrevi); Jorge Nasser; do presidente da Federação Nacional de Saúde Suplementar (FenaSaúde); João Alceu Amoroso Lima; e do presidente da Federação Nacional de Capitalização (FenaCap); Marcelo Farinha.


Atuando como o mediador da coletiva de imprensa, Coriolano apresentou os números referentes ao mercado segurador destacando o período da Covid-19 e enfatizando como foram enfrentados os desafios diante da crise provocada pela pandemia. Ele mostrou também alguns indicadores que demonstram a resiliência do segmento diante da atual conjuntura. “A missão de nossa entidade é contribuir para o desenvolvimento do sistema de seguros privados, representar as associadas e disseminar a cultura do seguro, concorrendo para o progresso do país”.


Coriolano afirmou que nenhuma atividade do mercado segurador foi prejudicada com o isolamento social, embora o segmento de seguros tem sido sendo impactado pela baixa taxa de juros. Em sua avaliação o desempenho do setor foi positivo. “O ano de 2019 apresentou uma arrecadação perto de quase R$ 490 bilhões, incluindo saúde suplementar. Sem o segmento de saúde, o faturamento R$ 270,2 bilhões também foi muito bom para todos os ramos, representando uma variação nominal de 12,1% sobre 2018, o que significou 9% de crescimento real. Em 2020, com a crise da pandemia, a atuação ainda é positiva, de 3,4% em 12 meses móveis até setembro de 2020”.


Para o executivo da CNseg, o crescimento real do setor de 2,8% até setembro de 2020 sobre o PIB negativo de 4,8% é um demonstrativo da resiliência que vem caracterizando o mercado segurador diante da atual conjuntura.


Segundo Coriolano a pandemia afetou todos os ramos, embora algumas carteiras tenham sido menos impactadas do que outras. “O desempenho de Danos e Responsabilidades foi o que menos sofreu em termos de taxa de crescimento com 4,6% em 12 meses móveis até setembro de 2020, ainda que abaixo da observada em 2019, que foi de 5,3%. Entretanto, os Seguros de Vida/Riscos e os Planos de Acumulação foram os mais afetados, já que no mesmo período a taxa de crescimento de seguros de vida foi de 4,6%, contra 13,9% em 2019, e planos de acumulação de 3,1% contra 16,8%”.


Embora os primeiros dois meses de pandemia tenham sido retração, após isso teve início uma retomada do setor. Coriolano constatou que a recuperação de vários ramos de seguros ocorreu em virtude de algo muito significativo: “a partir de agora quem comanda o processo é a sociedade. O novo coronavírus despertou na população a busca pela proteção através da aquisição de seguros”.


Ao responder a um questionamento de Gustavo Dória Filho do CQCS, sobre o desempenho da carteira de Vida diante da pandemia, o presidente FenaPrevi, Jorge Nasser, considerou que a pandemia fez com que o brasileiro ficasse mais sensibilizado sobre a importância da aquisição de seguros.“Nos seguros de Pessoas cumprimos uma missão muito importante, que foi desconsiderar a cláusula de exclusão de pandemia no seguro de Vida. Chegamos ao final de setembro com R$ 13, 4 bilhões de pagamentos de indenizações no Vida. Isso é, sem dúvida, um valor fantástico, 26% maior que o ano passado. O setor mostrou resiliência em provisionamento para conseguir garantir a solvência e, mais do que isso, atender a tempo e a hora os nossos participantes”.


A jornalista Sônia Araripe solicitou que o presidente da FenaSaúde, João Alceu Amoroso Lima, traçasse um cenário do setor de saúde. O executivo da FenaSaúde argumentou que no mês de março de 2020, antes da pandemia, os números do setor eram de cerca de 47 milhões de usuários e num ritmo de crescimento semelhante ao do ano anterior.


Entretanto, ocorre uma queda abrupta em abril e maio, em parte causada pelo desemprego ou pela diminuição da renda. “Apesar dos percalços iniciais já temos observado números positivos nos últimos meses. Especificamente no Saúde, esse número era de 47,2 milhões de pessoas em outubro, o que já demonstra um pequeno crescimento e permite projetarmos um fechamento de ano adicionando ainda cerca de 200 mil vidas a mais. Isso deverá significar um crescimento entre 0,6% e 0,8%, algo que acontecia no período anterior a pandemia. Já o seguro Odontológico apresenta percentual de crescimento maior, sendo da ordem de 6% a 8%, já que normalmente ele tem maior espaço para crescer do que o seguro saúde”, argumentou Lima.


Ao responder o questionamento da jornalista Kely Lubiatto, sobre qual a tendência de novo produto para o mercado, o presidente da FenSeg, Antonio Trindade disse que é fato que a pandemia trouxe a digitalização para o convívio diário das pessoas e que a indústria de seguros passou a utilizar de todas as ferramentas disponíveis para fazer seu sistema de atuação funcionar. “Na minha visão as tecnologias proporcionarão seguros intermitentes, o seguro de proteção a viagens e outros produtos, que se utilizarão do uso da tecnologia, voltados a nichos de pessoas físicas. Essas novas modalidades possibilitarão que as companhias seguradoras desenhem e distribuam produtos para segmentos específicos da sociedade”.


Ao responder o questionamento da jornalista Kely Lubiatto, sobre qual a tendência de novo produto para o mercado, o presidente da FenSeg, Antonio Trindade disse que é fato que a pandemia trouxe a digitalização para o convívio diário das pessoas e que a indústria de seguros passou a utilizar de todas as ferramentas disponíveis para fazer seu sistema de atuação funcionar. “Na minha visão as tecnologias proporcionarão seguros intermitentes, o seguro de proteção a viagens e outros produtos, que se utilizarão do uso da tecnologia, voltados a nichos de pessoas físicas. Essas novas modalidades possibilitarão que as companhias seguradoras desenhem e distribuam produtos para segmentos específicos da sociedade”.


Já o presidente da FenaCap, Marcelo Farinha, considera que a tecnologia também pode ser muito útil para a distribuição de títulos de capitalização. “Logo no início da pandemia fomos afetados pela queda da demanda devido ao fechamento das unidades físicas de distribuição. Mas nossa distribuição que era física, passou por uma transformação silenciosa e possibilitou um acesso maior a plataformas digitais. A crise intensificou algo que já estava acontecendo, permitindo um ambiente propício para novas formas de relacionamento”.





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