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Presidente do SINDSEGRS faz um balanço da entidade que está completando 126 anos

O Sindicato das Empresas de Seguros Privados, de Resseguros e de Capitalização no Estado do Rio Grande do ...



August 17, 2021

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O Sindicato das Empresas de Seguros Privados, de Resseguros e de Capitalização no Estado do Rio Grande do Sul (SINDSEGRS) completou 126 anos de existência no dia 14 de agosto de 2021. Para celebrar o aniversário do mais antigo dos sindicatos de seguradoras do Brasil, Luiz Felipe Paradeda do Seguro Gaúcho realizou uma entrevista virtual com o presidente da entidade, Guilherme Bini. O entrevistado explanou sobre o sindicato, seus desafios e suas atividades em prol do setor e da sociedade.


Paradeda perguntou a Guilherme Bini que considerações ele pode fazer sobre o papel do SINDSEG-RS de coordenar ações políticas e institucionais para o aperfeiçoamento e o crescimento da indústria de seguro no Rio Grande do Sul. O executivo respondeu que a entidade por ele presidida e os demais sindicatos dos outros estados, junto com a Fenaseg e a CNseg estão passando por um momento importante de afirmação e fortalecimento da indústria do seguro para mostrar ao público consumidor e a sociedade a real diferença entre o seugro e as associações de proteção veicular. “O SINDSEG-RS vem atuando junto ao Procon, a Câmara de Deputados e a Câmara de Vereadores, para esclarecer a diferença e tentar equacionar esse problema, já que existe uma medida provisória em votação para legalizar esse tipo de associação. Como sindicato temos que fortalecer nosso segmento, pois convivemos com um inimigo que cresce bastante. Felizmente contamos com grande apoio do presidente da CNseg, Marcio Coriolano, que está atuando intensamente nessa questão e tem conseguido marcar presença na mídia”.


O presidente do SINDSEG-RS fez um alerta importante sobre as condutas de atuação das associações de proteção veícular: “eles precisam pagar impostos, possuir reservas técnicas e utilizar nos veículos peças originais e não de procedência duvidosa nos carros dos associados”.


Entretanto, Guilherme Bini também destacou outros aspectos importantes de sua gestão, como o foco no trabalho relacionado a comunicação da entidade, tanto em relação as associadas, como ao público consumidor. O objetivo é gerar interesse e despertar a curiosidade dos consumidores. Recentemente foram produzidos vários vídeos chamamos de pílulas do seguro, que abordam temas significativos como seguro educacional, cyber risks, seguro residencial. “A cada 15 dias lançamos uma nova publicação dentro do Linkedin e do Instagram do SINDSEGRS. Temos também a preocupação de levar ao ouvinte de rádio as informações do mercado, através do patrocínio de informações diárias na Rádio Bandeirantes dentro dos boletins informativos denominados de Atenção no Seguro, e a veiculação de Spots que divulgam institucionalmente o Segmento Segurador”, ressaltou o presidente da entidade.


O executivo argumentou que devido à pandemia não aconteceram mais os tradicionais eventos como o almoço do mercado segurador e os treinamentos e capacitações para colaboradores de seguradoras e corretoras, mas que o Sindicato buscou alternativas: “para nos adaptarmos a nova realidade em que vigora o distanciamento social, tivemos que nos reinventar para trabalhar de forma eletrônica e promover a aproximação virtual”.


Questionado por Paradeda a respeito de previsões e projeções da entidade, após o mercado segurador atravessar um período de um ano e meio de pandemia, Guilherme Bini respondeu que o setor parece sinalizar para retomada do crescimento: “nós vínhamos de um crescimento importante de dois dígitos até 2019, que diminuiu um pouco no ano passado, embora o Rio Grande do Sul tenha apresentado resultados superiores a media nacional. Neste ano de 2021 o crescimento já é bem superior a 2020”. O executivo explicou que ao dialogar com as associadas, pode perceber que as companhias estão apresentando uma melhor gestão de seus recursos: “ao fazerem uma melhor gestão operacional as seguradoras estão obtendo mais lucros. Com isso as empresas não estão fazendo demissões em massa. Vemos um momento de adaptação das empresas de nosso setor e continuamos acreditando no crescimento”.


O presidente do SINDSEGRS vê com otimismo o futuro do mercado segurador e que haverá diversas alterações no setor por causa das novas regras da Susep: “essas modificações englobam a Open Insurance e a flexibilização da entrada de novas seguradoras no segmento. É um mercado que continuará a crescer e que está se adaptando a novas realidades como o digital, a comercialização eletrônica. O setor segue expandindo porque existem novas oportunidades como a obrigatoriedade de contratação de seguro garantia para obras públicas e a possibilidade de ser feita a substituição de calções financeiros por seguros garantia”, exemplificou o executivo.


Guilherme Bini fez questão de ressaltar que além da disseminação de informações ao mercado, SINDSEGRS também está bastante envolvido com aspectos que contemplam as ações sociais: “a entidade vem realizando atividades sociais de contribuição e auxílio aos mais necessitados. Ajudamos o projeto Vida Urgente da Fundação Thiago de Moraes Gonzaga, a Confrasol e outras entidades assistenciais. Em alusão ao aniversário do Sindicato estamos fazendo parte da ação social promovida pelo Clube da Pedrinha”.


De acordo com o executivo o SINDSEGRS existe para auxiliar a sociedade em seu lado social: “temos uma receita que revertemos para a sociedade através de contribuições e auxílios. Nesse último ano ajudamos várias instituições. Nossa entidade está desempenhando um papel muito bonito que é o de doar-se em causas sociais”.


Guilherme Bini ainda fez comentários sobre o setor de seguros, observando o comportamento das companhias que optaram por cobrir os eventos decorrentes especificamente da Covid-19, mesmo se tratando de um risco excluído nos contratos firmados. “As seguradoras não receberam um real a mais dessas apólices e elas não imaginavam no início da pandemia que essa situação duraria tanto tempo. E não me refiro apenas aos óbitos da carteira de vida, mas também a proteção financeira, o seguro educacional. Têm pessoas que perderam seu emprego, mas possuíam um seguro que cobria a quitação da compra de um bem”, finalizou de forma reflexiva o executivo.





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