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Desigualdade social é um dos fatores que preocupam executivos da saúde

Líderes da indústria mundial de saúde demonstram otimismo em relação à economia global ao mesmo tempo em q ...



February 8, 2022

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Líderes da indústria mundial de saúde demonstram otimismo em relação à economia global ao mesmo tempo em que trazem maior preocupação com questões sociais que a média global. Esta conclusão está na 25ª edição da Pesquisa Anual Global com CEOs da PwC (25 th Annual Global CEO Survey); que ouviu mais de 4.400 executivos, em 89 países, com uma participação expressiva de líderes do Brasil.


Para apresentar os principais insights do estudo, a consultoria realizou na tarde de ontem, 02 de fevereiro, uma coletiva de imprensa com o sócio da empresa, Bruno Porto, que comentou os resultados da pesquisa.


O estudo revela que 77% dos executivos acreditam na aceleração da economia global ao longo de 2022. Para 73% dos participantes, a economia de seus próprios países deve acompanhar a melhora no desempenho global, os percentuais são semelhantes aos registrados pela média global. Outros 9% dos participantes do setor apostam em estabilidade econômica e 14% em desaceleração.


Sobre a expectativa de crescimento de suas empresas nos próximos 12 meses, 58% dos líderes de companhias de saúde estão muito confiantes em um crescimento neste ano, enquanto a visão mundial de crescimento em 12 meses é de 56%.


“O setor de saúde foi aquele que conviveu na linha de frente da pandemia e vemos o reflexo deste movimento tanto nas perspectivas de mercado quanto nas preocupações dos CEOs com os riscos à saúde e à desigualdade social”, disse Porto.


Considerando os próximos três anos, a confiança da indústria também segue o patamar mundial, com 65% e 64%, respectivamente, na perspectiva de aumento das receitas das companhias. A pesquisa revela que os países mais importantes para as perspectivas de crescimento de receita são Estados Unidos (41%); seguido da Alemanha que ficou à frente da China como mais importante com 24% e 23%, respectivamente.


Impacto da pandemia e riscos cibernéticos preocupam executivos


A pesquisa demonstra que os riscos à saúde estão entre as maiores preocupações dos CEOs do setor, refletindo a preocupação dos executivos das empresas a respeito do impacto da pandemia no setor. 51% dos entrevistados consideram que este fator pode afetar negativamente as empresas no próximo ano, contra 48% nos dados gerais.


Para 25% dos líderes do setor de saúde a desigualdade social está entre as principais ameaças para os negócios neste ano, percentual acima da média global de 18%. “No Brasil, o percentual de pessoas que têm um plano de saúde não chega a 23% da população. Os executivos de saúde percebem que a desigualdade social está no centro desse tema, e por isso as empresas estão tentando personalizar planos para diminuir a precificação do produto e entendendo mais o paciente. A mesma coisa do lado das farmacêuticas. Garantir acessibilidade e desenvolver novos modelos são ações que cresceram na pandemia, e é isso que vai fazer o mercado crescer”, ressaltou Porto.


A preocupação com as mudanças climáticas, porém, apesar de ter sido mencionada pelo mesmo percentual de 25% no setor de saúde, está abaixo da média global em que 33% dos líderes apontaram o tema como uma ameaça aos seus negócios.


Os líderes do setor também citaram forte preocupação com o potencial impacto dos riscos cibernéticos. Para eles, suas empresas podem ser afetadas por ameaças no que se refere ao risco de inovar em tecnologia (69%); venda de produtos e serviços (68%); desenvolvimento de produtos ou serviços (53%); levantar capital (15%) e atrair e reter talentos (15%).


Estratégia corporativa voltada para os negócios


Questionados sobre quais aspectos definem as estratégias corporativas a longo prazo e os bônus anuais, tanto executivos do setor quanto na avaliação global, as métricas de satisfação do cliente, de engajamento dos empregados e de automação e digitalização se destacaram em relação aos indicadores sociais e ambientais, como representação de gênero e raça, e metas de emissões de gases do efeito estufa.





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