Segundo os analistas, o número é pequeno, indicando crescimento anual composto de 5,2% nos últimos três anos, com a sinistralidade ainda elevada do setor
Planos de saúde individuais podem ter um teto de reajuste nos preços de 10%, calcula o Citi, levando em conta números da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) nos nove primeiros meses de 2022 e o IPCA de 5,79% no ano passado.
Os analistas Leandro Bastos e Renan Prata escrevem que o número é pequeno, indicando crescimento anual composto de 5,2% nos últimos três anos, com a sinistralidade ainda elevada do setor.
“Em nossa visão, a progressão no tíquete médio deve permanecer como o principal fator para aumentar margens no setor e destacamos a importância do teto não só para planos individuais mas como âncora para reajustes nos outros planos”, comentam.
Entre empresas com capital aberto, Hapvida é uma empresa bastante exposta a planos individuais, afirma o banco, com cerca de 17% da sua base de clientes e 21% das receitas neste nicho. Já SulAmérica, recentemente incorporada pela Rede D’Or, tem só 4% de clientes nesses planos.
Conteúdo originalmente publicado pelo Valor PRO, serviço de notícias em tempo real do Valor Econômico
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