Publicidade


Como evitar problemas com corretores “picaretas” ao comprar seguro? Veja dicas

Confira as melhores práticas e os sinais de alerta para fugir de profissionais ruins e não ficar na mão qu ...



August 19, 2024

como-evitar-problemas-com-corretores-picaretas-ao-comprar-seguro-veja-dicas

Confira as melhores práticas e os sinais de alerta para fugir de profissionais ruins e não ficar na mão quando precisar acionar o seguro


No Brasil existem cerca de 135 mil corretores habilitados a trabalharem no mercado de seguros, segundo dados da Susep (Superintendência de Seguros Privados); órgão que regula e fiscaliza o setor. É um profissional que atua como intermediário entre a seguradora e o consumidor – mas o que compreende essa atividade? Como o cliente pode saber se quem o atende é um bom profissional?


Especialistas respondem essas dúvidas e explicam quais os sinais de alerta para procurar outro corretor antes de ter algum problema no episódio desta quinta-feira (15) do Tá Seguro?, videocast do InfoMoney que descomplica o universo dos seguros, já disponível no YouTube e nas principais plataformas de podcast.


Segundo André Thozeski, presidente do Sincor-RS (Sindicato dos Corretores de Seguros do Rio Grande do Sul), um dos principais problemas observados na relação do consumidor com o corretor é a falta de clareza para o segurado do produto que ele adquiriu – principalmente no seguro automóvel, o mais popular do país.


Thozeski conta que não são raros os casos nos quais os consumidores acabam comprando coberturas específicas em função do preço mais barato, mas é só quando se veem em apuros que descobrem que não contrataram a cobertura adequada para aquele momento.


Ele cita como exemplo casos de segurados gaúchos que só haviam comprado a proteção para danos causados a terceiros ou somente contra roubo e furto do veículo e se viram desamparados nas enchentes que atingiram o estado porque a apólice (contrato de seguro) adquirida não cobria alagamentos. “É fundamental que fique muito claro para o cidadão consumidor qual é a cobertura que ele está comprando, quais são seus direitos e quais são as cláusulas de exclusão deste contrato”, pontua.


De acordo com o coordenador de Graduações da Escola de Negócios e Seguros (ENS); José Antonio Varanda, muitas vezes o consumidor opta pelo seguro mais barato na cotação realizada pelo corretor entre as seguradoras, porque faltou entender justamente a diferença entre os riscos cobertos por cada opção.


Outro item importante é a franquia, ou seja, o valor que o segurado paga como participação naquele sinistro (ocorrência do risco previsto no contrato, como uma batida no carro). “A franquia e o preço do seguro (prêmio) são inversamente proporcionais. Na medida em que aumenta a franquia, evidentemente eu vou pagar menos por isso, mas quando tiver a ocorrência do evento, eu vou pagar mais, vai deduzir do valor maior do prejuízo que eu teria direito a receber. Não é só comparar preço, é comparar preço, cobertura e as franquias”, ele dá a dica.


Varanda sinaliza que o papel do corretor vai além de entender quais as coberturas adequadas a cada cliente e explicar todos os detalhes do contrato. O corretor deve orientar, por exemplo, como a instalação de mecanismos de segurança – como alarmes e câmeras – podem ser importantes ao contratar uma cobertura de roubo no seguro residencial, por exemplo, reduzindo o risco e o custo do seguro na ponta.


Como escolher um bom profissional?


Segundo os especialistas, há alguns caminhos para identificar um bom profissional do ramo. Segundo Thozeski, o consumidor deve ficar atento no comportamento do profissional, ou seja, fuja do corretor que “força a barra”, que vende soluções milagrosas e mirabolantes ou com preços fantásticos e irresistíveis, fora de qualquer parâmetro profissional. “O corretor de seguros sério e ético vai levantar as necessidades do consumidor e vai buscar as alternativas para solucionar as suas necessidades”, diz. Mesmo que isso signifique reduzir o próprio ganho, afinal o corretor ganha uma comissão da seguradora cada vez que vende uma nova apólice, comentam os especialistas.


Também há algumas ferramentas de consulta disponíveis ao consumidor para checar se o corretor escolhido é um profissional habilitado para exercer a profissão. Uma delas é a consulta a corretores da Susep (acesse aqui) que permite a busca por nome, CNPJ ou CPF e tipo de produto, mostrando se o registro está ativo ou não. Outra é da Fenacor (Federação Nacional dos Corretores e Empresas Corretoras de Seguros) que permite ainda a busca por estado, cidade ou bairro (acesse aqui).


O consumidor que se sentir lesado pelo atendimento do corretor pode registrar sua queixa no consumidor.gov.br, que irá para a Susep, ou ainda recorrer ao Ibracor (Instituto Brasileiro de Autorregulação do Mercado de Corretagem de Seguros); que como o próprio nome diz, é a entidade de autorregulação da categoria.





Publicidade


VEJA TAMBÉM


bradesco-autore-e-swiss-re-promovem-workshop-sobre-agro-na-expointer
Bradesco Auto/RE e Swiss Re promovem workshop sobre agro na Expointer

Evento acontece nesta quinta-feira (03) com foco em consórcio, seguros e tendências do setor agrícola.


clube-da-pedrinha-rs-promove-encontro-em-homenagem-a-cultura-gaucha-em-setembro
Clube da Pedrinha RS promove encontro em homenagem à cultura gaúcha em setembro

Próxima reunião será no Parque Harmonia e terá mudança no horário.


gboex-lanca-campanha-de-comunicacao-no-mes-farroupilha
GBOEX lança campanha de comunicação no Mês Farroupilha

A iniciativa ocupa o trajeto que leva para o Acampamento Farroupilha, no Parque Harmonia (Parque Maurício ...









topo