April 15, 2015
O 4º Encontro do Resseguro do Rio de Janeiro reuniu, no primeiro dia de evento (14); cerca de 500 pessoas no salão de eventos do Hotel Sofitel, na capital carioca. As boas vindas aos participantes foram dadas por nomes de peso do mercado nacional, como Marco Antonio Rossi (CNseg e Bradesco Seguros); Robert Bittar (Escola Nacional de Seguros); Danilo Silva (Susep); Paulo Pereira (Fenaber); Joáo Francisco da Costa (FenSeg e HDI); Marcio Coriolano (FenaSaúde e Bradesco Saúde) e o vice-governador do Rio de Janeiro, Francisco Dornelles, também esteve presente.
O presidente da CNseg, Marco Antonio Rossi, ressaltou o papel das resseguradoras no desenvolvimento da infraestrutura do país, a triplicação dos prêmios em resseguro, que embora ainda tímidos, atingiram R$ 9,1bilhões em 2014. O Brasil já conta com 120 resseguradoras e a Susep quer atrair outros grupos para atuarem em nichos específicos, como petróleo e gás, informou Danilo Silva.
Dando início às palestras do dia, o sócio-fundador e diretor do Centro Brasileiro de Infra Estrutura (CBIE); Rafael Schechtman, traçou um panorama do cenário energético brasileiro. Houve apresentação do modelo regulatório de energia das instituições e das limitações do atual modelo energético nacional. Em seguida, Maria Helena Monteiro, diretora de Ensino Técnico da Escola Nacional de Seguros, pontuou a importância da certificação técnica profissional para a qualificação do setor.
Encerrando a programação da manhã, o cenário econômico do Brasil foi tema do debate coordenado pelo jornalista William Wack, com palestras de José Júlio Senna e Afonso Celso Pastore. Na opinião dos painelistas o cenário não está bom e é preciso incentivar a população a empreender.
Três temas dividiram a atenção dos participantes durante à tarde: a mesa redonda sobre Seguro e Resseguro Agrícola; A Necessidade de Capital das Seguradoras e A Retrocesão das Seguradoras.
Para encerrar o primeiro dia de debates, o presidente da HDI, João Francisco da Costa, divulgou dados de uma pesquisa realizada em parceria com a KPMG sobre a avaliação da abertura do mercado de resseguros no Brasil pelas seguradoras atuantes no Brasil. O estudo mostrou que cerca de 40% dos contratos têm a intermediação de corretores, que a abertura do mercado ampliou a competitividade, mas ainda é preciso melhorias na qualidade dos serviços prestados e na inovação de produtos. Paulo Eduardo Botti destacou pontos a serem melhorados no mercado, como eliminação das más práticas, ajustes na regulamentação da atividade e existência de processos integrados de mercado, com destaque para o papel da CNseg na integração entre seguradoras, resseguradores e Corretores de resseguros.
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