April 16, 2015
Em entrevista ao jornal “Estado de Minas”, a vice-presidente da FENACOR e presidente do Sincor-MG, Maria Filomena Magalhães Branquinho, alertou que, apesar das dificuldades enfrentadas pelos beneficiários de vítimas de acidentes no trânsito, não há necessidade de contratação de atravessadores e advogados para o recebimento de indenização do seguro Dpvat. “As pessoas abordam vítimas ou familiares com a promessa de um recebimento mais ágil e, por causa disso, ficam com a indenização, ao reter uma parte ou cobrar determinado honorário para facilitar o recebimento. Qualquer pessoa pode requerer o seguro, sem burocracia”, afirmou.
Ela acrescentou que o atendimento é gratuito, sem cobrança de qualquer taxa. Nos casos de morte e, caso a documentação tenha sido apresentada completa, o prazo de liberação do benefício é de 35 dias, com depósito na conta do beneficiário. Em casos de invalidez, a indenização é paga depois de laudo do Instituto Médico Legal (IML); atestando o problema. “O atravessador pega uma procuração e recebe em nome do beneficiário. Tira a parte dele, promete enterro de luxo e entrega no fim uma quantia ao beneficiário, que nem sabe realmente a quanto teve direito”, relatou Maria Filomena. Não assinar procurações e pedir ajuda da assistência social do hospital são algumas dicas para se livrar de golpes. As vítimas têm direito ao seguro num prazo até três anos depois da data do acidente.
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