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Giovani Menger: um vencedor

O Seguro Gaúcho estreia hoje um quadro diferente. Aqui, a ideia é dar voz aos personagens do mercado gaúch ...



Geral
May 6, 2015

O Seguro Gaúcho estreia hoje um quadro diferente. Aqui, a ideia é dar voz aos personagens do mercado gaúcho de Seguros, àqueles profissionais que fazem parte deste importante setor da nossa economia, em um bate-bola leve e descontraído. E o nosso primeiro entrevistado tem tudo a ver com o que pretendemos mostrar nessa entrevista, que será semanal.

Ele é um boa praça nato, um batalhador e, sem dúvidas, uma grande figura do mercado segurador do Rio Grande do Sul. Trata-se do pai do Pedro Henrique e da Ana Júlia, o marido da Roberta, o gerente da filial Porto Alegre da HDI Seguros. Sim, ele mesmo: o competente e carismático Giovani Menger de Souza (ou só Giovani Menger, como ele prefere). Colorado, casado há 15 anos e natural de Porto Alegre, esse administrador tem uma história de vida pra lá de emocionante. Vale a pena conferir!

Seguro Gaúcho: Como foi a tua infância e a tua juventude?
Giovani Menger: Minha infância foi maravilhosa. Nasci em Porto Alegre, numa família humilde, que veio do interior do Rio Grande do Sul (mais precisamente do município de Itati, antigo distrito de Terra de Areia) pra tentar a vida na Capital, assim como muitos outros. Meu pai era barbeiro e minha mãe, dona de casa (depois foi ser servente e merendeira na Prefeitura de Alvorada). Eu e minha irmã, quatro anos mais jovem, crescemos juntos e o que mais me marcou nesta fase da minha vida foram os exemplos de meus pais. Lembro-me que um dia, quando eu tinha uns 15 anos, meus pais chegaram em casa, estava anoitecendo e eu não estava com minha irmã. Eles foram atrás de mim e me encontraram no bar da esquina do bairro junto com outros rapazes. Não preciso dizer que foi a maior vergonha que já passei. Fui pra casa muito contrariado! Depois de alguns anos, eu consegui entender que aquele deve ter sido o momento mais importante da minha vida. Todos os meus amigos que ali estavam e que não tinham um pai e uma mãe para orientá-los, se perderam. Nenhum deles deu certo na vida.. Se hoje estou aqui, é porque tive pais que me amavam!

Seguro Gaúcho: E o teu início no mercado de trabalho?
Giovani Menger: Comecei a trabalhar com 15 anos, durante o ensino médio. Fui office boy num escritório de contabilidade, no centro de Porto Alegre. Fiquei muito doente nesta época. Tive febre reumática, uma doença que ataca o sangue devido a uma infecção mal curada, que, no meu caso, foi uma amidalite. Quase tive leucemia devido às complicações. Aos 16 anos, já curado, fui ser "chapista" (que faz xis e torrada) no bar aquele que meus pais tinham me buscado tempos atrás. Um ano depois fui atendente numa locadora de vídeo. Nesta mesma época, eu e um amigo abrimos uma locadora de vídeo games, mas durou só até Dezembro. No verão tínhamos que ir pra praia. Quando fiz 18 anos, entrei na faculdade, precisava trabalhar mais para poder pagar os meus estudos. Fui ser estagiário numa pequena empresa familiar, que dava manutenção para postos de gasolina, mas eu tinha uma ideia em mente: precisava entrar numa empresa grande, na qual eu tivesse possibilidade de crescimento. Nesta época entrei para o mercado Segurador.

Seguro Gaúcho: Por que escolheste essa carreira?
Giovani Menger: Estava estagiando na empresa que comentei na pergunta anterior, mas divulgando aos amigos que procurava algo maior. Foi então que uma amiga que trabalhava numa empresa de recrutamento e seleção me disse que a Cia de Seguros Marítimos e Terrestres Phenix de Porto Alegre estava selecionando. Era uma seguradora com mil funcionários, que pertencia ao fortíssimo e respeitadíssimo Grupo Ipiranga. Fui até lá para vaga de office boy e acabei contratado! Minha primeira função do dia era passar por todos os banheiros do prédio de 14 andares e repor os rolos de papel higiênico. Comecei bem de baixo e sinto muito orgulho disso. Onde outras pessoas viam dificuldades e se sentiam envergonhadas, eu vi uma oportunidade. Eu me relacionava com todas as áreas da companhia, já que todos os dias pela manhã passava por todos os andares. Em seis meses, eu já tinha recebido duas propostas para trabalhar em outras áreas, mas, no alto de minha "grande experiência" de 19 anos de idade, eu disse que gostaria de aguardar uma vaga na área de atendimento/comercial. E assim aconteceu! Fui atendente por um ano e, logo em seguida, puxado para área comercial. Aos 22 anos, recebi o desafio de tocar o escritório da "temida" Caxias do Sul. Temida por sua pujança e potencialidade. Dois anos depois a Phenix foi vendida para um grupo italiano, que mudou tudo e fechou a área de atendimento aos Corretores. Com casamento marcado para outubro de 1999, estava desempregado, em junho 99. Gostaria de agradecer aqui ao querido Sergio Baungarten, vice-Presidente da Phenix na época, que me disse assim: "Vem cá guri! Tu és um profissional que gosto muito. Onde é que tu queres que eu indique o teu nome?" Pedi a ele para me indicar na antiga Hannover, atual HDI Seguros. Em julho de 99 estava contratado, como comercial, para atendimento aos Corretores do Vale dos Sinos. Depois fui promovido à gerente da filial Caxias do Sul, onde fiquei por dois anos, até o nascimento do meu filhinho, Pedro Henrique. Por questões pessoais e familiares (minha família e da minha esposa são de Porto Alegre); precisávamos voltar para Porto Alegre, e aí quero registrar os meus agradecimentos ao senhor Julio Cesar Rosa, à diretoria estatutária e à Presidência da HDI, que me trouxeram para o lado de nossas famílias, aqui na Capital, onde estamos até hoje. Ficamos tão felizes que dois anos depois, veio a nossa princesinha, a Ana Julia.

Seguro Gaúcho: O quê pretendes estar fazendo daqui a 10 anos?
Giovani Menger: Hoje tenho 40 anos e, daqui a 10 anos, pretendo estar na HDI Seguros, ajudando meus colegas e Corretores a crescerem pessoal, profissional e financeiramente. Meus filhos estarão com 20 anos. Quero ser uma referência pra eles como pai, pessoa e profissional. Hoje, eles me dão muito orgulho por suas conquistas e vitórias do dia a dia e eu quero que eles sintam muito orgulho do pai que eles tem. Quero estar ao lado de minha esposa, Roberta, que conheci quando ainda tinha 19 anos e amo cada dia mais. Já disse a ela que vamos ficar velhinhos lado a lado, até o fim.

Seguro Gaúcho: Qual é a tua maior qualidade e o quê tu acreditas que ainda precisa melhorar?
Giovani Menger: Eu sou uma pessoa muito transparente, até demais, às vezes. Sou um cara que gosta de gente e me relaciono muito bem. Acredito nas pessoas. Odeio quando faço alguma coisa e ficam chateados comigo. Tenho um problema sério com relógio, estou sempre atrasado (risos).

Seguro Gaúcho: O quê desperta o teu lado consumista? Por quê?
Giovani Menger: Tênis! Não posso ver tênis que me dá vontade de comprar. Com certeza foi por causa de minha infância/juventude, quando tinha dificuldades de ter um tênis bem legal e bem novinho. Meu grande sonho não realizado foi ter um Marathon da Adidas. Era muito caro na época.

Seguro Gaúcho: Quais são o teu livro e o teu filme preferidos?
Giovani Menger: Não sou um grande leitor. Minhas referências são livros da literatura brasileira do tempo de escola. Vou confessar que achava um saco ler livros (tomara que meus filhos não leiam isto – hehehe). Agora, filmes... Sobre isso, sou doente, apaixonado! Difícil estar numa roda e me contarem algum filme que eu não tenha visto. São tantos e poderia dizer alguns ótimos que me marcaram muito, mas, já que a pergunta é apenas um, voto no "Gladiador", com Russell Crowe.

Seguro Gaúcho: Como e pra onde seria a viagem dos sonhos?
Giovani Menger: Caribe ou qualquer praia bem legal com minha família.

Seguro Gaúcho: Quem é a pessoa que tu mais admiras no mercado gaúcho de seguros?
Giovani Menger: O Coronel Miguel Junqueira Pereira; Ele é uma unanimidade, a pessoa que eu gostaria de ser quando crescer.

Seguro Gaúcho: Podes contar alguma história curiosa que tenhas passado no mercado de Seguros?
Giovani Menger: Tem uma história bem engraçada de uma segurada que enviou um e-mail pra mim, pedindo pra retirar o rádio do veículo dela, que tinha sido roubado, indenizado pela companhia e recuperado depois. Até ai, tudo bem. Fui ver o processo e constatei que o roubo aconteceu quando ela foi viajar por uma semana. Que tinham arrombado a casa dela e levado o veículo. A surpresa foi ver que o veículo dela foi recuperado dentro do estacionamento da empresa que ela trabalhava, onde o guarda a procurou porque já faziam meses que o veículo estava lá, parado no estacionamento. Exatamente o tempo que ela achava que tinham roubado o carro. As pessoas estão muito estressadas mesmo! A segurada esqueceu que tinha deixado o carro no estacionamento da empresa. Que loucura!





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