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Danos elétricos e temporais: o que muda entre ressarcimento da concessionária e o seguro residencial

Especialista da Alper Seguros orienta consumidores sobre indenização por danos elétricos, alagamentos, que ...



Residencial
December 29, 2025

Por CQCS
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As tempestades de verão, marcadas por chuvas intensas, ventos fortes e oscilações no fornecimento de energia, elevam os prejuízos em residências e veículos em todo o país. Diante desse cenário, especialista da Alper Seguros alerta que muitos consumidores ainda têm dúvidas sobre quando recorrer à concessionária de energia e quando acionar o seguro residencial ou automotivo para garantir indenização mais rápida e eficaz.

As normas da Aneel, Agência Nacional de Energia Elétrica, preveem o ressarcimento por danos elétricos causados por falhas na rede de distribuição. No entanto, esse caminho costuma envolver processos burocráticos, exigência de laudos técnicos específicos e apresentação de notas fiscais. No mercado de seguros, por outro lado, a atuação é focada na consultoria especializada e na agilidade do atendimento ao segurado.

Seguro residencial ou concessionária de energia: diferenças no prazo de indenização

Enquanto o ressarcimento junto às concessionárias segue regras administrativas e prazos públicos, o seguro residencial opera com base em condições contratuais previamente estabelecidas, o que tende a acelerar o processo de indenização.

“A atividade securitária não tem relação direta com as normas aplicadas pela concessionária. São frentes diferentes de tratativa que o consumidor pode acionar. No caso do seguro, os documentos são aqueles dispostos por cada seguradora e o corretor atua como um facilitador”, explica Paulo Davidoff, Diretor de Operações Massificados e Personal Lines da Alper Seguros. “Usualmente, o pagamento das indenizações ocorre em prazos inferiores a 15 dias após a documentação completa.”

Queda de árvores, vendavais e danos estruturais: atenção às coberturas

Nem todo dano causado por chuva ou temporal está automaticamente coberto pelo seguro residencial. Prejuízos decorrentes de vendavais, quedas de árvores e impactos na estrutura do imóvel dependem da contratação de coberturas adicionais previstas na apólice.

Outro ponto importante é a origem do dano. “O usual é que a árvore que causar o dano tenha de estar dentro do terreno do imóvel coberto. Casos de árvores externas, dependendo da apólice, podem não ter cobertura”, alerta Davidoff.

Quando o dano envolve veículos atingidos por árvores em vias públicas, o seguro automóvel normalmente indeniza o segurado de forma imediata. A seguradora avalia posteriormente, sem envolver o cliente, se haverá pedido de ressarcimento junto ao poder público.

Enchentes e alagamentos: cuidado com o agravamento de risco

No seguro automóvel, o verão também aumenta a ocorrência de sinistros relacionados a enchentes e alagamentos. Nesses casos, a conduta do motorista é decisiva para a garantia da indenização.

“Qualquer atitude que amplifique o risco pode gerar a negativa de indenização. A orientação técnica é a prudência: desviar do local alagado ou aguardar as águas baixarem sem avançar com o veículo”, recomenda o diretor da Alper Seguros.

A tentativa de atravessar áreas alagadas, especialmente quando ocorre a aspiração de água pelo motor, pode ser caracterizada como agravamento de risco.

Como acionar o seguro após tempestades e acelerar a indenização

Para garantir um processo mais ágil após eventos climáticos, especialistas da Alper Seguros recomendam alguns cuidados básicos:

  1. Priorizar a segurança das pessoas antes de qualquer providência material.
  2. Preservar os bens danificados e evitar reparos antes da vistoria, registrando fotos e vídeos sempre que possível.
  3. Acionar imediatamente o corretor de seguros ou a seguradora para seguir os procedimentos previstos na apólice.

Blecaute prolongado: o que não está coberto pelo seguro residencial

Em situações de blecaute prolongado, a perda de alimentos ou medicamentos armazenados em geladeiras normalmente não é coberta pelo seguro residencial. Nesses casos, a responsabilidade é atribuída à concessionária de energia, não gerando obrigação securitária direta sobre esses itens.

Seguro residencial ganha relevância diante dos eventos climáticos

Apesar da percepção de alto custo, um seguro residencial completo, com cobertura para danos elétricos, vendavais e assistências como limpeza de calhas e substituição de telhas, costuma representar menos de 0,15% do valor do imóvel ao ano.

Com a intensificação dos eventos climáticos, a Alper Seguros avalia que o seguro residencial e automotivo se consolidam como instrumentos essenciais para proteger o patrimônio e reduzir impactos financeiros após tempestades e falhas no fornecimento de energia.





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