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Mercado prevê queda do PIB de 1,20%

Pesquisa Focus, divulgada pelo Banco Central, estima que inflação será ainda maiorUma nova piora nas previ ...



Geral
May 11, 2015

Pesquisa Focus, divulgada pelo Banco Central, estima que inflação será ainda maior

Uma nova piora nas previsões do mercado financeiro para a economia foi constatada na pesquisa Focus divulgada nesta segunda-feira pelo Banco Central. Mais de 100 instituições financeiras são consultadas. No caso da inflação, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA); o mercado acredita que fechará em 8,29% neste ano – na semana passada, a taxa esperada era de 8,26% para 2015. Esta é a quarta alta seguida do indicador. Em contrapartida, para 2016, a previsão para o IPCA recuou de 5,6% para 5,51% na passagem da semana. Caso o mercado acerte a previsão do IPCA, seu nívcl será o mais elevado desde 2003, quando alcançou 9,3%. O governo, de acordo com o projeto da Lei de Diretrizes Orçamentárias, estima a inflação anual em 8,2%.

Os especialistas indicam o câmbio mais elevado, ao lado dos preços administrados (como telefonia, água, energia, combustíveis e tarifas de ônibus, entre outros) com reajustes maiores, e a inflação de serviços como os motivos do IPCA acelerado neste ano.

Os prejuízos da inflação elevada afetam o PIB, que mais uma vez foi corrigido para menos.  A retração esperada agora é de 1,20%, contra a estimativa anterior de uma queda de 1,18% em 2015. Esta também é a quarta redução consecutiva do PIB. Se confirmado, será o pior resultado em 25 anos, ou seja, desde 1990 – quando foi registrada uma queda de 4,35%. O PIB projetado para 2016 é de alta de1%.

No caso dos juros básicos, que avançaram para 13,25% ao ano no fim de abril, o maior patamar em seis anos, o mercado espera uma correção para 13,5% até o fim do ano – o que pressupõe novo aumento da Selic em 2015.

Na pesquisa Focus, analistas do mercado financeiro mantiveram a taxa de câmbio em R$ 3,20 até o fim do ano- em 2016, o dólar deve fechar em R$ 3,30 por dólar; refizeram para menos a projeção da balança comercial (resultado do total de exportações menos as importações) de US$ 4,02 bilhões para US$ 3 bilhões de resultado positivo neste ano. Para 2016, porém, a previsão de superávit subiu de US$ 9,95 bilhões para US$ 10 bilhões.

Já a projeção de entrada de investimentos estrangeiros diretos (IED) no Brasil avançou  de US$ 57,5 bilhões para US$ 59 bilhões. Para 2016, a estimativa dos analistas para o aporte permaneceu estável em US$ 60 bilhões.





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