August 20, 2026
Por Chubb
A transformação digital ampliou as oportunidades para empresas de todos os portes, mas também elevou os riscos relacionados à segurança da informação. Para pequenas e médias empresas, a resposta está mudando: em vez de tratar a proteção cibernética como uma medida reativa, cada vez mais organizações a incorporam à sua estratégia central de negócios.
Essa mudança reflete uma evolução mais ampla na forma como empresas em crescimento encaram o risco. Com operações cada vez mais dependentes de sistemas digitais, a exposição a ameaças cibernéticas deixou de ser uma possibilidade remota para se tornar uma realidade recorrente dos negócios. A questão já não é mais se vale a pena investir em proteção, mas como transformar esse investimento em uma vantagem estratégica.
Os números reforçam a urgência do tema. De acordo com o relatório Cost of a Data Breach, da IBM, o custo médio de um incidente de segurança no Brasil alcançou R$ 7,19 milhões em 2025 — um aumento de 6,5% em relação ao ano anterior. Já uma pesquisa da PwC revela que, nos últimos três anos, um terço das empresas brasileiras registrou perdas superiores a US$ 1 milhão decorrentes de eventos cibernéticos.
Para Luciano Santos, Vice-Presidente de Seguros Corporativos da Chubb no Brasil, a mudança de mentalidade é tão importante quanto as próprias ferramentas. "A segurança digital deixou de ser apenas uma questão tecnológica — ela é um componente fundamental da continuidade dos negócios e da gestão de riscos. À medida que as empresas ampliam seu ecossistema digital, construir estruturas sólidas de proteção não é opcional, é uma exigência estratégica", afirma Santos.
Essa abordagem integrada combina prevenção, monitoramento contínuo e capacidade de resposta. Entre as medidas recomendadas estão a adoção de ferramentas de proteção atualizadas, a implementação de controles seguros de acesso e gestão de senhas, o monitoramento contínuo de vulnerabilidades e o investimento em programas de conscientização dos colaboradores.
Mas a tecnologia, por si só, não é suficiente. Soluções especializadas do Seguro Cyber surgiram como um complemento estratégico, oferecendo não apenas cobertura financeira, mas também acesso a ferramentas de avaliação de riscos e mecanismos de resposta a incidentes que ajudam as empresas a se recuperar de forma mais rápida e eficiente.
O Seguro Cyber da Chubb cobre uma série de situações que podem interromper as operações empresariais, incluindo falhas de fornecedores de tecnologia, vulnerabilidades de sistemas e incidentes envolvendo dados sensíveis.
"Nosso objetivo é ajudar as empresas a desenvolver uma postura mais resiliente diante dos desafios digitais. Não apenas por meio do suporte em momentos críticos, mas também oferecendo acesso a recursos e serviços que fortalecem a prevenção e a preparação ao longo do tempo", acrescenta Santos.
À medida que a digitalização avança, o Seguro Cyber deixa de ser visto como um último recurso. Para empresas dispostas a pensar estrategicamente, ele se tornou algo mais: uma ferramenta para impulsionar o crescimento, a estabilidade e a confiança de longo prazo em um mundo cada vez mais conectado.
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