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Plano de saúde vira estratégia de retenção de talentos

Com mais de 53 milhões de beneficiários e cerca de 73% deles em contratos empresariais, mercado reforça o ...



Geral
September 3, 2026

Por alice
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O plano de saúde deixou de ser mais um item da folha de benefícios e virou uma das principais ferramentas das empresas para atrair e segurar seus times. O reflexo aparece nos números do setor: segundo a ANS, o país alcançou 53,1 milhões de beneficiários em planos de assistência médica em junho de 2026, perto do recorde de 53,2 milhões registrado no fechamento de 2025. Cerca de 73% deles estão em planos coletivos empresariais, a modalidade que sustenta o setor, o que faz do benefício corporativo a porta de entrada da maioria dos brasileiros na saúde privada. O que os números não mostram à primeira vista é que, junto com o crescimento, mudou também a régua do que as empresas esperam de uma operadora.

 

Para a empresa, oferecer saúde é hoje um dos fatores que mais pesam na atração e na retenção de equipe. Mas atender bem esse público exige mais do que preço competitivo, e pede também um modelo que entregue cuidado de verdade e previsibilidade de custo, num momento em que os custos assistenciais pressionam as contas das companhias de todos os portes. É nesse segmento que a Alice, plano de saúde para empresas que tem por missão tornar o mundo mais saudável, vem ganhando espaço. A operadora atende empresas de todos os portes, com forte crescimento no ambiente corporativo PME.

 

"Quando o mercado de trabalho aquece, o plano de saúde é uma das primeiras coisas que a empresa coloca na mesa para segurar seu time. Deixou de ser um item da folha e passou a ser argumento de contratação e retenção", afirma Pedro Rodrigues, CRO da Alice. "Só que a régua subiu, o empresário não quer mais só um cartão na carteira do funcionário, quer que a pessoa seja de fato cuidada e que o custo do benefício não vire uma surpresa no orçamento", complementa.

 

A resposta da Alice a essa exigência passa por um desenho de operação diferente do modelo tradicional de plano de saúde. Em vez de apenas reembolsar despesas quando a doença aparece, a companhia mantém sua própria estrutura de atendimento, com acompanhamento de cada membro, como a operadora chama seus beneficiários, de forma coordenada e contínua ao longo do tempo, organizando a jornada pelos especialistas quando necessário, sem que isso feche a porta do acesso direto. Sustentam esse processo um prontuário eletrônico proprietário, que reúne as informações de saúde em um só lugar, e recursos de inteligência artificial que tornam o atendimento mais rápido.

 

"Quando o cuidado é coordenado, você elimina boa parte do desperdício que encarece a saúde, como exames que se repetem, encaminhamentos que não precisavam ser feitos, pronto-socorro usado como porta de entrada sem necessidade. Isso interessa diretamente a quem contrata, porque as pessoas resolvem mais, adoecem menos e a conta fica mais previsível no final", diz Rodrigues. Para ele, é essa previsibilidade que faz diferença justamente para a pequena e média empresa, que tem menos fôlego de caixa para absorver oscilações.

 

O corretor tem papel decisivo nessa escolha. O plano de saúde deixou de ser um produto que se compara apenas por preço e tamanho de rede: hoje os funcionários exigem mais, querem cuidado de qualidade, resolutividade e uma boa experiência, e as empresas precisam saber avaliar isso na hora de contratar. Essa complexidade nova é o que torna o trabalho consultivo do corretor ainda mais relevante. É por isso que a Alice vê esses profissionais como parceiros estratégicos. "Para o corretor, recomendar uma operadora que realmente entrega esse cuidado e essa experiência é o que sustenta a relação de confiança com o cliente. É isso que a gente facilita: processo sem burocracia, suporte próximo e um produto que se prova sozinho no dia a dia. A empresa que fica satisfeita renova e indica o corretor que a levou até a gente, o que gera novos negócios para ele. Vira um ciclo em que todo mundo sai ganhando", conclui o executivo.





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