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Confiança das empresas atinge mínima histórica

Índice que mede as expectativas das seguradoras chega a julho aos 69,5 pontos, o menor patamar desde a cri ...



Geral
August 21, 2015

Índice que mede as expectativas das seguradoras chega a julho aos 69,5 pontos, o menor patamar desde a criação, em 2012, com recuo de 14% ante igual mês do ano passado

A confiança dos executivos das empresas de seguros brasileiras estabeleceu um novo piso histórico em julho, ao atingir 69,5 pontos, bem abaixo dos 100 pontos, campo considerado pessimista. O recuo do índice de Confiança e Expectativas das Seguradoras (Ices) foi de nada menos que 14% ante julho do ano passado. Sobre o mês anterior, queda de 3,3%. O indicador de julho último é o menor desde novembro de 2012, quando começou a ser calculado, segundo o economista Francisco Galiza, coordenador do estudo, hoje sob a tutela da Federação Nacional dos Corretores de Seguros (Fenacor).

Galiza conta que esse comportamento dos seguradores, como detectado em análises anteriores, é, sobretudo, influenciado pelo fator que mede a evolução futura da economia brasileira, que continua com previsão desfavorável. Cinquenta e quatro por cento dos executivos ouvidos em pesquisa alimentam a certeza de que o quadro econômico tende a piorar no horizonte de seis meses. Outros 28% são ainda mais céticos, dizem que vai piorar muito.

Os seguradores não são os únicos incrédulos. O estudo da Fenacor mostra que 62% dos resseguradores também vislumbram um cenário pior para a economia daqui a seis meses, enquanto 22% apostam no muito pior. Seu índice de confiança (Icer) baixou de 71,4 pontos para 68,3 pontos de junho para julho. As grandes empresas de corretagem de seguros seguem na mesma linha de desalento: 55% preveem o pior e 20%, o muito pior, o que empurrou seu índice de confiança (ICGC) para 67,1 pontos, 4,4 pontos abaixo do registrado em junho.

Avanço da receita

Sobre o desempenho setorial esperado para daqui a seis meses, a expectativa, embora melhor, não é otimista. A maioria dos seguradores (56%) creem que a evolução da receita no espaço de seis meses não sofrerá forte baque, continuará inalterada. Mas 20% discordam: pende para o pior. A maior parcela dos resseguradores (54%) compartilha desta mesma desesperança, enquanto 46% jogam suas fichas no tudo igual. Já as corretoras de seguros estão divididas: 45% estimam que a situação vai se agravar, ao passo que 40% creem na estabilidade da receita no prazo de seis meses.

Quando o assunto é a rentabilidade do negócio, as perspectivas melhoram um pouco. A maioria dos seguradores (50%) e dos resseguradores (69%) aponta para a permanência dos níveis atuais do lucro atual daqui a seis meses. Contudo, uma boa parcela deles avalia que a lucratividade tende a piorar: 39% e 31%, respectivamente. O prognóstico das grandes corretoras de seguros brasileiras, mais uma vez, aparece dividido, inclinando-se para o pessimismo. É que 40% dizem que a rentabilidade tende a piorar, contra 35% que apostam no tudo igual.





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