Geral
August 25, 2015
Segundo o MP-PR, seguradora percebeu fraude antes de depositar valor.
O Ministério Público do Paraná (MP-PR) denunciou oito pessoas por aplicarem o ‘golpe do DPVAT’ em um paciente que estava internado em um hospital filantrópico de Cambé, no norte do Paraná. O grupo foi acusado na ultima quinta-feira (20) por formação de quadrilha, crime contra as relações de consumo, falsidade ideológica e tentativa de estelionato. Todos os denunciados atuavam dentro da instituição.
De acordo com o MP-PR, a situação narrada na denúncia ocorreu em 2008 quando um homem, que tinha acabado de sofrer um acidente de trânsito e esperava por atendimento pelo Sistema Único de Saúde (SUS); foi abordado pelo grupo. À época, os acusados disseram para a vítima que com o seguro obrigatório DPVAT ela poderia receber atendimento mais rápido e com melhor qualidade, sem a necessidade de pagar qualquer despesa.
No entanto, os acusados omitiram que as despesas hospitalares só são pagas pelo seguro se a vítima comprovar os gastos, e que isso pode ser feito sem a necessidade de intermediários.
Após assinar diversos documentos, inclusive um recibo de pagamento hospitalar falsificado, os criminosos abriram uma conta bancária em nome da vítima para pegar a indenização. O golpe só não foi concluído porque a seguradora responsável pelo pagamento percebeu a fraude antes de depositar o montante previsto.
Como o seguro DPVAT não foi pago, as despesas médico-hospitalares não foram quitadas, e o hospital também foi lesado, pois até hoje o valor gasto não foi pago.
O seguro DPVAT é pago por todos os proprietários de veículos e prevê o pagamento de indenizações por acidentes. O valor da indenização é de R$ 13,5 mil em caso de morte, de até R$ 13,5 mil nos casos de invalidez permanente e R$ 2,7 mil para reembolso de despesas médicas e hospitalares comprovadas. A indenização pode ser paga em até três anos. A solicitação de pagamento deve ser feita pelo próprio usuário.
August 25, 2015
Ministério Público do Paraná denuncia oito pessoas por ‘golpe do Seguro DPVAT’ Grupo aplicou golpe em um homem internado em um hospital de Cambé.
Segundo o MP-PR, seguradora percebeu fraude antes de depositar valor.
O Ministério Público do Paraná (MP-PR) denunciou oito pessoas por aplicarem o ‘golpe do DPVAT’ em um paciente que estava internado em um hospital filantrópico de Cambé, no norte do Paraná. O grupo foi acusado na ultima quinta-feira (20) por formação de quadrilha, crime contra as relações de consumo, falsidade ideológica e tentativa de estelionato. Todos os denunciados atuavam dentro da instituição.
De acordo com o MP-PR, a situação narrada na denúncia ocorreu em 2008 quando um homem, que tinha acabado de sofrer um acidente de trânsito e esperava por atendimento pelo Sistema Único de Saúde (SUS); foi abordado pelo grupo. À época, os acusados disseram para a vítima que com o seguro obrigatório DPVAT ela poderia receber atendimento mais rápido e com melhor qualidade, sem a necessidade de pagar qualquer despesa.
No entanto, os acusados omitiram que as despesas hospitalares só são pagas pelo seguro se a vítima comprovar os gastos, e que isso pode ser feito sem a necessidade de intermediários.
Após assinar diversos documentos, inclusive um recibo de pagamento hospitalar falsificado, os criminosos abriram uma conta bancária em nome da vítima para pegar a indenização. O golpe só não foi concluído porque a seguradora responsável pelo pagamento percebeu a fraude antes de depositar o montante previsto.
Como o seguro DPVAT não foi pago, as despesas médico-hospitalares não foram quitadas, e o hospital também foi lesado, pois até hoje o valor gasto não foi pago.
O seguro DPVAT é pago por todos os proprietários de veículos e prevê o pagamento de indenizações por acidentes. O valor da indenização é de R$ 13,5 mil em caso de morte, de até R$ 13,5 mil nos casos de invalidez permanente e R$ 2,7 mil para reembolso de despesas médicas e hospitalares comprovadas. A indenização pode ser paga em até três anos. A solicitação de pagamento deve ser feita pelo próprio usuário.
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