September 25, 2015
Presidente da Escola Nacional de Seguros, Robert Bittar, falou sobre o mercado de seguros no atual momento da economia brasileira em almoço promovido pelo Sindseg-RS
Retração da economia, previsão de PIB negativo e desaceleração de vários setores são algumas das projeções para a economia brasileira neste ano. Porém, o mercado segurador não seguirá por esta linha e deve apresentar crescimento. Esta foi à conclusão do Presidente da Escola Nacional de Seguros, Robert Bittar, durante o almoço do mercado segurador, promovido pelo Sindseg, nesta quinta-feira (24).
A crise pela qual o país está passando é muito confusa. "Não é uma questão simplesmente econômica, está misturada com uma crise política, conceitual e moral. O cenário continua nebuloso porque a relação entre os poderes está conturbada. A crise institucional é mãe da econômica", explicou Bittar. Mesmo com todas estas questões, o mercado segurador deve ter um 2015 positivo. Para Bittar, os principais produtos que devem ser responsáveis por este crescimento são os nichos que possuem demanda reprimida como produtos de acumulação (VGBL, PGBL, previdência); capitalização e área da saúde. "Não teremos um crescimento de dois dígitos como estávamos acostumados nos últimos anos, mas em um cenário como o que temos ainda é positivo", destacou.
A redução da atividade industrial e da comercialização de veículos também podem impactar no desempenho do mercado, já que a migração das classes sociais favoreceu todos os setores da economia. "O ramo dos seguros de risco (a exemplo da carteira de automóvel ou de riscos da construção civil); em que se faz presente o corretor, deve sentir este impacto, mesmo que a crise instale insegurança na população", afirmou Bittar.
Sobre o Sindseg-RS
Com uma história de 120 anos, o Sindicato das Seguradoras do Rio Grande do Sul (Sindseg-RS) coordena ações políticas e institucionais, para o aperfeiçoamento e o crescimento da indústria de seguro no Rio Grande do Sul. O Sindicato é reconhecido pelo Estado como representante da categoria econômica, e tem por finalidade: o estudo, a defesa e a coordenação das atividades de empresas seguradoras, visando ao fortalecimento do seguro, cujo desempenho contribui para restaurar patrimônio, mobilizar recursos para desenvolver a economia do país e combater o desemprego. Atualmente, estão filiadas 29 empresas, sendo que 27 operam em seguro privado, vida, saúde e previdência e 2 operam em capitalização.
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