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Bradesco Seguros coloca à venda área de grandes riscos

Empresa já ofereceu ativo para seguradoras estrangeiras, mas abrirá concorrência formal para obter preços ...



Geral
November 24, 2015

Empresa já ofereceu ativo para seguradoras estrangeiras, mas abrirá concorrência formal para obter preços melhores.

A seguradora do Bradesco abre nesta semana a concorrência para interessados em adquirir sua operação de grandes riscos, segundo apurou o Broadcast, serviço de notícias em tempo real da Agência Estado.

Com valor estimado em cerca de R$ 800 milhões, o ativo, que é cobiçado há anos pelo setor, teria sido ofertado, conforme fontes, a multinacionais como a suíça Swiss Re, as japonesas Tokio Marine e Yasuda Marítima, as alemãs HDI e Munich Re e a americana AIG. Uma primeira rodada de conversas com alguns possíveis interessados, dentre eles Swiss Re e Yasuda, já teria sido feita, de acordo com as mesmas fontes.

No entanto, a Bradesco Seguros optou, segundo fontes a par das negociações, por fazer uma concorrência entre as seguradoras interessadas para vender sua operação de grande risco. A empresa entende que, em uma concorrência aberta a diferentes interessados, terá mais chance de obter preços melhores pelo ativo, seguindo o exemplo do concorrente Itaú Unibanco.

A operação está sendo assessorada pelo Bradesco BBI. Em comum entre as possíveis candidatas a levar o ativo estaria, de acordo com fontes de mercado, o apetite em crescer por meio de aquisições no Brasil.

Entre as favoritas em adquirir a carteira de grandes riscos da Bradesco Seguros estariam AIG, Munich Re e Swiss Re. A maioria das candidatas participaram também da concorrência pela operação do Itaú Unibanco.

Tendência. Seguradoras nacionais têm abandonado a atuação na área de grandes riscos devido ao fato de o segmento exigir especialização e grande escala, deixando o espaço aberto para as multinacionais focadas no setor de seguros. Isso porque, embora movimente cifras elevadas em prêmios, exige também fôlego para grandes sinistros.

No ano passado, a americana Ace comprou a carteira de grande risco do Itaú por R$ 1,5 bilhão e em maio último foi a vez da francesa Axa leva  a operação da Sul América por R$ 135 milhões.

Procurada pela reportagem, a Bradesco Seguros informou, por meio de sua assessoria de imprensa, que não comenta “boatos ou especulações de mercado.”





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