Geral
January 5, 2016
Em dezembro, o ICES (Índice de Confiança e Expectativas das Seguradoras) interrompeu a sua lenta recuperação registrada nos dois meses anteriores, e voltou a cair. Houve uma variação de 71,6 para 69,6 (em relação ao mês anterior) e bem abaixo dos 86,4, registrados no mesmo mês de 2014.
Mesmo com expectativa de crescimento de 11%, na análise do ano de 2015, o resultado foi desfavorável, em termos de confiança do setor de seguros. Para a FENACOR, ainda é difícil dizer algo favorável com relação a esse aspecto já que os indicadores caíram, em média, 20% em 12 meses. O ICES foi de 86,4 para 69,6, uma queda de 19,5% em 12 meses. Já o ICSS - que mede a confiança global do setor, de 82,9 para 67,1, uma variação negativa de 19,1%.
"Em dezembro, houve a mudança de ministro da Fazenda e o Brasil foi mais uma vez rebaixado pelas agências de risco internacionais. Isso naturalmente afetou as expectativas dos agentes econômicos do setor de seguros", comenta o presidente da FENACOR, Armando Vergilio.
Os percentuais são calculados a partir de pesquisa realizada pela FENACOR (Federação Nacional dos Corretores de Seguros Privados e de Resseguros, de Capitalização, de Previdência Privada, das Empresas Corretoras de Seguros e de Resseguros) com 100 grandes empresas do setor, que optaram por percentuais de 0 a 200 para a confiança na economia, rentabilidade e faturamento. Também foram apurados outros três indicadores: ICSS (de confiança do setor de seguros no Brasil); ICER (Índice de Confiança e Expectativas das Resseguradoras) e ICGC (Índice de Confiança das Grandes Corretoras).
January 5, 2016
Mesmo com expectativa de crescimento de 11%, na análise do ano de 2015, o resultado foi desfavorável, em termos de confiança do setor de seguro
Em dezembro, o ICES (Índice de Confiança e Expectativas das Seguradoras) interrompeu a sua lenta recuperação registrada nos dois meses anteriores, e voltou a cair. Houve uma variação de 71,6 para 69,6 (em relação ao mês anterior) e bem abaixo dos 86,4, registrados no mesmo mês de 2014.
Mesmo com expectativa de crescimento de 11%, na análise do ano de 2015, o resultado foi desfavorável, em termos de confiança do setor de seguros. Para a FENACOR, ainda é difícil dizer algo favorável com relação a esse aspecto já que os indicadores caíram, em média, 20% em 12 meses. O ICES foi de 86,4 para 69,6, uma queda de 19,5% em 12 meses. Já o ICSS - que mede a confiança global do setor, de 82,9 para 67,1, uma variação negativa de 19,1%.
"Em dezembro, houve a mudança de ministro da Fazenda e o Brasil foi mais uma vez rebaixado pelas agências de risco internacionais. Isso naturalmente afetou as expectativas dos agentes econômicos do setor de seguros", comenta o presidente da FENACOR, Armando Vergilio.
Os percentuais são calculados a partir de pesquisa realizada pela FENACOR (Federação Nacional dos Corretores de Seguros Privados e de Resseguros, de Capitalização, de Previdência Privada, das Empresas Corretoras de Seguros e de Resseguros) com 100 grandes empresas do setor, que optaram por percentuais de 0 a 200 para a confiança na economia, rentabilidade e faturamento. Também foram apurados outros três indicadores: ICSS (de confiança do setor de seguros no Brasil); ICER (Índice de Confiança e Expectativas das Resseguradoras) e ICGC (Índice de Confiança das Grandes Corretoras).
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