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Binder consolida comunicação da Capemisa

A Binder anuncia a conquista das contas de comunicação e publicidade da Capemisa Seguradora, uma das impor ...



Geral
January 6, 2016



A Binder anuncia a conquista das contas de comunicação e publicidade da Capemisa Seguradora, uma das importantes seguradoras de Vida e Previdência do país. Com isso, a agência passa a cuidar também da comunicação externa da empresa. Em julho deste ano, a Binder ganhou a concorrência para a gestão das mídias sociais da Capemisa e agora acaba de ter o projeto escolhido para a reestruturação do portal e da extranet da seguradora.

A agência consolida as contas digital e off line da Seguradora, que anteriormente era gerida por diferentes agências. "Temos percebido que essa tem sido uma tendência entre nossos clientes, temos conseguido proporcionar ganhos de integração, velocidade e escala e isso tem um valor enorme para as marcas" afirma Flávio Cordeiro, Diretor de Estratégia da agência. Com a criação de conteúdo e gestão de redes sociais, a taxa de engajamento da fanpage da Capemisa no Facebook teve um crescimento de 42%, nos últimos seis meses.

Há mais de 50 anos no mercado, a Capemisa oferece segurança e tranquilidade aos brasileiros, desenvolvendo soluções em Seguros, Previdência e Capitalização adequadas a diferentes perfis individuais e corporativos. Nos últimos cinco anos, a modernização da estrutura teve grande reconhecimento do mercado, que aponta a Seguradora como destaque em “Inovação” no setor.

Em 2015, a Binder conquistou seis novas contas, entre elas Ibmec, Leader, Rede Record Rio, a gestão digital da Technos e manteve-se entre as agências na licitação da Prefeitura do Rio de Janeiro. Com 15 anos de existência, comandada pelos sócios Glaucio Binder, Flavio Cordeiro e Marcos Apóstolo, a Binder acredita em ideias que circulam, sendo um fluxo contínuo que alimenta marcas e gera negócios, fazendo com que as marcas dos clientes fiquem em constante movimento.


O analista destaca que em 2015 o desempenho da bolsa foi afetado principalmente pela queda nos preços das commodities e pela economia em contração.


Diante desse cenário, Pinheiro afirma que a equipe do Citi optou por focar em ações de empresas que não costumam ser tão abaladas pelo desempenho da economia brasileira. “Entre elas, estão ações de empresas exportadoras, que possuem receita em dólar, e empresas do setor financeiro não bancário, como empresas de meios de pagamento e seguradoras”, diz.


Segundo ele, as empresas exportadoras se beneficiaram pela alta do dólar em 2015 tanto porque o preço de seus produtos ficou mais competitivo lá fora, o contribui para elevar seu volume de exportações, quanto pelo fato de que parte de suas receitas é recebida em dólar, o que torna seus resultados em reais ainda melhores.


A estratégia da corretora também consistiu em investir em ações de empresas com baixo nível de endividamento e com demanda estável, cujas vendas não são afetadas pelo ambiente de crise. “Alguns exemplos são as empresas do setor de consumo não discricionário e empresas com participação de mercado relevante”, diz.


Da mesma forma, a corretora evitou indicar em sua carteira ações do setor de consumo discricionário, que seriam as ações de empresas que comercializam bens e serviços de consumo que não são de primeira necessidade, como é o caso das empresas dos segmentos de vestuário e eletrônicos, que tendem a sofrer reduções nas vendas em períodos de crise.


Outro setor que a corretora procurou manter distância foi o de construção civil. “O setor imobiliário foi muito impactado pelo aumento dos juros, pela diminuição da confiança do consumidor e pelo aumento do desemprego”, comenta Pinheiro.


O analista preferiu não citar ações específicas, nem comentar quais ações mais contribuíram para a valorização da carteira.


Sugestões para 2016


Como o cenário econômico em 2016 deve ser muito parecido com o de 2015, Cauê Pinheiro afirma que, em linhas gerais, a Citi Corretora deve seguir no início deste ano a mesma estratégia do ano passado.


Pinheiro lembra que as expectativas para o PIB continuam sendo trazidas para baixo - a retração prevista para 2016 foi ampliada de 2,81% para 2,95%, segundo o mais recente Boletim Focus - e outros indicadores econômicos ainda podem se mostrar piores do que neste ano. Portanto, é preciso manter a cautela, segundo o analista.






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