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Aon vê demanda aquecida na área de risco ambiental

A corretora de seguros e gestora de risco Aon vê nas concessões de rodovias, previstas para este ano, uma ...



Geral
February 11, 2016

A corretora de seguros e gestora de risco Aon vê nas concessões de rodovias, previstas para este ano, uma grande oportunidade para o mercado de seguros brasileiro. Pelo forte impacto que causa no entorno em que são realizadas, tais obras de infraestrutura vão impulsionar a demanda por contratação de seguros para cobrir esses riscos.

O diretor de Infraestrutura e Engenharia da Aon, Clemens Freitag, conta que a legislação e todas as exigências contratuais para as concessões motivam empresas, acionistas e investidores a serem mais cuidadosos.

“No caso da concessão de rodovias, grande parte das licitações para as obras de potencial poluidor pode exigir a contratação de seguro ambiental, o que deve impulsionar esse tipo de modalidade”, acredita.

Na avaliação do executivo, o mercado de seguro ambiental deve movimentar pouco mais de R$ 40 milhões até o final deste ano. Mas, para ele, há uma tendência de aumento significativo devido ao recente acidente ambiental das barragens da Samarco, em Minas Gerais.

A tragédia ambiental gerou um alerta da necessidade do seguro para as empresas, bem como a possibilidade de obrigatoriedade legal de contratação de seguro ambiental para as barragens de mineração no Novo Código de Mineração, que está em tramitação na Câmara dos Deputados. “Outra obrigação legal que impacta na maior contratação de seguros é a fiscalização mais rigorosa da Política Nacional de Resíduos Sólidos que instituiu a responsabilidade compartilhada dos geradores de resíduos, fazendo com que empresas que atuam em obras com grande produção de resíduos passem a contratar mais os seguros”, destaca Clemens Freitag.

Risco operacional

Ele chama atenção ainda para os riscos das operações de infraestrutura que devem ser mitigados para evitar perdas financeiras, já que o investidor está receoso com o momento econômico. “Existem medidas que podem ser muito importantes, como a gestão de risco de projeto que visa ajudar as empresas na mitigação dos riscos e nas perdas financeiras ao longo das etapas de construção de uma rodovia, por exemplo”, diz ele. Para mitigar riscos, ele cita os seguros de performance bond e de garantia financeira, que asseguram o cumprimento do contrato, cobrindo prejuízos decorrentes da falta de pagamento do contratante de obrigações assumidas, fornecimento ou prestação de serviços.

O executivo alerta, ainda, para acontecimentos inesperados envolvendo concessões de infraestrutura viária que são cobertos pelos seguro  exigidos pelo poder concedente. “Se ocorrer a queda de um viaduto em uma estrada administrada por meio de concessão, por exemplo, o fato gera interrupção do tráfego e, consequentemente, a diminuição de receitas, já que por um tempo não há cobrança de pedágio”, explica Clemens Freitag. Na sua opinião, o seguro seria de extrema valia nesse tipo de acontecimento, pois daria ao investidor mais tranquilidade por proteger a perda financeira.





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