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A importância da participação do Brasil nos órgãos internacionais de supervisores de seguros

A realização da XXVII Assembleia Anual da Associação de Supervisores de Seguros da América Latina (ASSAL); ...



Geral
April 12, 2016

A realização da XXVII Assembleia Anual da Associação de Supervisores de Seguros da América Latina (ASSAL); a partir do próximo dia 18, no Rio de Janeiro, consolida a retomada da participação da Superintendência de Seguros Privados (Susep) nas organizações internacionais de supervisores de seguros iniciada em 2014. “Precisamos defender nossos interesses e nosso protagonismo nesses órgãos e essa participação é fundamental para esse objetivo”, afirmou o superintendente da Susep, Roberto Westenberger, em entrevista coletiva à imprensa nesta terça-feira (12).

De acordo com o superintendente, o primeiro passo nessa direção foi dado em 2015, quando a Susep passou a integrar a diretoria da ASSAL, além de tornar-se membro de dois comitês da Associação Internacional de Supervisores de Seguros (IAIS). “Nossa participação na ASSAL e na IAIS contou com apoio do governo e de todo o mercado”, afirma Westenberger.

De acordo com o superintendente, a participação da Susep nas organizações internacionais vem sendo vista também como uma outra vertente nas discussões travadas nesses fóruns. Ele citou como exemplo os debates em torno das operações de resseguros, tema que o Brasil tem grande interesse em discutir no âmbito da IAIS, principalmente por ter aberto seu mercado em 2007. No entanto, o Comitê Executivo da Associação coloca o assunto em segundo plano, priorizando questões de estabilidade financeira global.

Westenberger falou ainda do projeto do Polo de Resseguros do Rio de Janeiro, que conta com amplo apoio para sua criação e que deverá ser apresentado em breve ao governo federal. Segundo ele, apesar do polo ser tema de debate na Reunião da ASSAL, as bases da proposta ainda estão em fase de elaboração. O superintendente ressaltou, no entanto, que o projeto deverá levar em conta as condições de outros centros internacionais de resseguros. “Se não tiver as condições necessárias de competitividade internacional, não tem sentido apresentar esse projeto”, disse ele.





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