Geral
April 28, 2016
A lei já tinha sido aprovada e a regulamentação foi publicada agora em abril. Só tem um fator que ainda faz com que seguradoras não oferecem o seguro mais barato: a disponibilidade de peças, informa o diretor-executivo da FenSeg, Neival Freitas.
A regra hoje é usar peças novas no conserto dos carros. A regulamentação permite o uso de peças usadas com origem comprovada, mas ainda não há empresas funcionando e com certificação das peças. Só em São Paulo, a Lei dos Desmanches está mais avançada. Então, as seguradoras propuseram para o Conselho Nacional de Seguros Privados uma complementação à norma. Querem que possam ser usadas peças novas, mas não originais, ou seja, de outros fabricantes.
– Isso não inclui, é claro, peça alguma de segurança. Freios, por exemplo – assegura o diretor Freitas.
O conselho tem reunião no fim de maio. A ideia é que a permissão seja autorizada e, assim que publicada, o seguro popular chega ao mercado para o consumidor.
Preço e público-alvo
O consumidor alvo do seguro popular deve ser das classes C e D, com carros de mais de cinco anos de uso.
No mercado, falam que o seguro popular seria 30% mais barato. O diretor da FenSeg, Neival Freitas, no entanto, só confirma que a redução no preço ocorrerá naqueles locais onde os sinistros por colisão predominam.
A cobertura mínima do novo seguro tem que garantir indenização por danos causados ao veículo por colisão. Não pode prever apenas a indenização integral por colisão. Qualquer pessoa poderá optar pelo seguro, desde que seja avisado de que os reparos serão feitos com peças usadas ou, caso a nova regra seja aprovada, peças de outros fabricantes.
Neival participa, nesta sexta-feira, do 4º Seminário de Direitos & Deveres do Consumidor de Seguros. O evento ocorrerá a partir das 8h no Plenário Mercosul, da Fiergs, com entrada franca. É promovido pelo Instituto Nacional de Educação do Consumidor e do Cidadão. O painel que encerra o encontro, às 16h, é sobre O Seguro Popular como Alternativa de Acesso ao Seguro com Respeito aos Direitos dos Consumidores.
April 28, 2016
Novidade pode chegar no mês de junho
Deve começar a ser oferecido em junho o seguro popular de carros. A expectativa é da Federação Nacional de Seguros Gerais. As informações são da Rádio Gaúcha.
A lei já tinha sido aprovada e a regulamentação foi publicada agora em abril. Só tem um fator que ainda faz com que seguradoras não oferecem o seguro mais barato: a disponibilidade de peças, informa o diretor-executivo da FenSeg, Neival Freitas.
A regra hoje é usar peças novas no conserto dos carros. A regulamentação permite o uso de peças usadas com origem comprovada, mas ainda não há empresas funcionando e com certificação das peças. Só em São Paulo, a Lei dos Desmanches está mais avançada. Então, as seguradoras propuseram para o Conselho Nacional de Seguros Privados uma complementação à norma. Querem que possam ser usadas peças novas, mas não originais, ou seja, de outros fabricantes.
– Isso não inclui, é claro, peça alguma de segurança. Freios, por exemplo – assegura o diretor Freitas.
O conselho tem reunião no fim de maio. A ideia é que a permissão seja autorizada e, assim que publicada, o seguro popular chega ao mercado para o consumidor.
Preço e público-alvo
O consumidor alvo do seguro popular deve ser das classes C e D, com carros de mais de cinco anos de uso.
No mercado, falam que o seguro popular seria 30% mais barato. O diretor da FenSeg, Neival Freitas, no entanto, só confirma que a redução no preço ocorrerá naqueles locais onde os sinistros por colisão predominam.
A cobertura mínima do novo seguro tem que garantir indenização por danos causados ao veículo por colisão. Não pode prever apenas a indenização integral por colisão. Qualquer pessoa poderá optar pelo seguro, desde que seja avisado de que os reparos serão feitos com peças usadas ou, caso a nova regra seja aprovada, peças de outros fabricantes.
Neival participa, nesta sexta-feira, do 4º Seminário de Direitos & Deveres do Consumidor de Seguros. O evento ocorrerá a partir das 8h no Plenário Mercosul, da Fiergs, com entrada franca. É promovido pelo Instituto Nacional de Educação do Consumidor e do Cidadão. O painel que encerra o encontro, às 16h, é sobre O Seguro Popular como Alternativa de Acesso ao Seguro com Respeito aos Direitos dos Consumidores.
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