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Índice de confiança do setor de seguros sobe 12,8% em abril

Índice de confiança do setor de seguros sobe 12,8% em abril O Índice de Confiança do Setor de Seguros (ICS ...



Geral
April 29, 2016



Índice de confiança do setor de seguros sobe 12,8% em abril O Índice de Confiança do Setor de Seguros (ICSS) - um dos principais termômetros do mercado - subiu 12,8% em abril, de acordo com pesquisa da Federação Nacional dos Corretores de Seguros Privados e de Resseguros, de Capitalização, de Previdência Privada, das Empresas Corretoras de Seguros e de Resseguros (Fenacor). Esta é a segunda alta consecutiva do indicador, que chegou a 83,4 pontos, a maior média desde dezembro de 2014. "Abril foi um mês de eventos marcantes no cenário político, como a votação do impeachment da presidente Dilma Rousseff na Câmara dos Deputados.


Na economia, embora prevaleça um quadro de instabilidade, há algumas notícias positivas, principalmente relacionadas ao comércio exterior e a área rural. No próprio setor de seguros, surgiram novidades como a regulamentação do seguro popular. Então, é natural que esse quadro se reflita no ânimo do mercado", explica o presidente da Fenacor, Armando Vergilio. O setor de seguros é responsável por 6% do Produto Interno Bruto (PIB). É uma indústria que emprega mais de 40 mil pessoas, abriga cerca de 95 mil corretores e reúne 112 companhias seguradoras em todo o país. Em 2015, movimentou R$ 92 bilhões em volume de prêmios, crescendo 12%, o que mostra sua força na economia nacional.


O cálculo do ICSS tem por base entrevistas com executivos de mais de 100 companhias, entre corretoras, seguradoras e resseguradoras. O objetivo é avaliar o grau de confiança e as expectativas do mercado. Dessa forma, a Fenacor espera contribuir para o desenvolvimento institucional do setor de seguros e, em especial, das corretoras de seguros. Os percentuais são calculados a partir de pesquisa realizada pela Fenacor com 100 grandes empresas do setor, que indicam percentuais de 0 a 200 para a confiança na economia, rentabilidade e faturamento. Também foram apurados outros três indicadores: ICSS (de confiança do setor de seguros no Brasil); ICER (Índice de Confiança e Expectativas das Resseguradoras) e ICGC (Índice de Confiança das Grandes Corretoras).  Variação dos indicadores - Março/Abril       ICES  8,3%  ICER  12,1%  ICGC  18,2%  ICSS  12,8%    Entre março e abril de 2016, o ICCG registrou a maior variação: 18,2%.

Mas ainda não há o que comemorar pelo fato de os índices estarem muito baixos (inferiores a 100 pontos). Segundo a Fenacor, o momento é de continuar trabalhando em novas opções de produtos para os clientes. "É preciso disseminar a mentalidade de busca por novas oportunidades de negócios, indo além do seguro de carros, que respondem por cerca de 50% das vendas do setor. Capitalização, vida e previdência despontam entre as possibilidades de ampliar os ganhos", analisa Vergilio.
O otimismo permanece entre as corretoras e resseguradoras: 60% e 66% destas empresas, respectivamente, acreditam em melhora ou manutenção de ganhos nos próximos seis meses. Variações dos indicadores nos últimos cinco meses   Indicador  Dez.15  Jan.16  Fev.16  Mar.16  Abr.16  ICES  69,6  66,7  65,8  69,9  75,8  ICER  64,4  65,6  68,7  75,4  84,5  ICGC  67,3  65,7  67,1  76,6  90,6  ICSS  67,1  66,0  67,2  73,9  83,4            A pesquisa também apura as expectativas para faturamento, crescimento da economia e rentabilidade as empresas.

O destaque da pesquisa é das resseguradoras, com bons indicadores em todos os itens. Crescimento da economia O otimismo permanece entre as corretoras e resseguradoras: 60% e 66% destas empresas, respectivamente, acreditam em melhora ou manutenção de ganhos nos próximos seis meses. Faturamento Ao todo, 83% das resseguradoras, 68% das corretoras e 51% das seguradoras esperam um crescimento da economia pior ou muito pior nos próximos seis meses. Rentabilidade As resseguradoras estão otimistas em relação à rentabilidade do setor pelos próximos seis meses: 75%. Entre as demais empresas, as seguradoras esperam melhora de 51% e as corretoras, de 56%.



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