May 10, 2016
Estudo da Swiss Re analisou 21 mercados de fronteira que constituirão a próxima onda de crescimento de seguros; o relatório sigma identifica 21 mercados na África Subsaariana, América Latina, Comunidade de Estados Independentes e Sul da Ásia com a combinação de condições ideais para o crescimento dos seguros.
As características comuns incluem taxas de crescimento do PIB de 5 a 10% e baixas taxas de penetração de seguros, inferiores a 1,5%. Não há uma abordagem única; as seguradoras precisam navegar por diferentes regimes regulatórios, características culturais e situações econômicas.
Os mercados de fronteira exigem um compromisso a longo prazo; há uma vantagem significativa de pioneirismo para as seguradoras que entendem os mercados e que podem se posicionar para o crescimento. Bolívia, Colômbia, Equador e Peru formam o maior bloco latino-americano de mercados de fronteira.
Os setores de seguros no Peru e na Colômbia são mais desenvolvidos do que na Bolívia e no Equador, principalmente devido a reformas estruturais e institucionais realizadas na década de 1990 e início dos anos 2000. Os ambientes regulatórios e operacionais nestes mercados melhoraram consideravelmente e incentivaram a participação de seguradoras estrangeiras, aumentando o market share na Colômbia de 34% em 2003 para 41% em 2014. Em contrapartida, a participação estrangeira no mercado boliviano praticamente desapareceu, e o ambiente de negócios no Equador se tornou mais desafiador com o agravamento da conjuntura econômica e da constante intervenção do estado nos mercados locais de resseguros.
O estudo, na íntegra, mas em inglês, pode ser encontrado em http://media.swissre.com/documents/sigma2_2016_en.pdf.
VEJA TAMBÉM
Para Tatiana Algodoal, cancelamentos de cobertura são mecanismo previsto no mercado, mas impactos sobre ar ...
Nova funcionalidade permite realizar cotações de Apólices Avulsas Nacionais em cerca de 30 segundos por me ...
Na campanha "Crédito Premiado Tudo No Bolso", válida até 16 de março, trabalhadores com carteira assinada ...



