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Marcio Coriolano, Presidente da CNseg, fará palestra de abertura do 7º Simpósio do Sincor-PR

O ex-superintendente da SUSEP, entre 1993 e 1996, Marcio Coriolano, atual presidente da Confederação Nacio ...



Geral
May 11, 2016

O ex-superintendente da SUSEP, entre 1993 e 1996, Marcio Coriolano, atual presidente da Confederação Nacional das Empresas de Seguros Gerais, Previdência e Vida, Saúde Suplementar e Capitalização (CNSeg); é o convidado especial do SINCOR-PR para a palestra de abertura do 7.º Simpósio Paranaense de Seguros, na noite do próximo dia 18, em Curitiba.

Coriolano é um profundo conhecedor do mercado de seguros. Ele ingressou no Grupo Bradesco Seguros em 1997. É o atual presidente da Bradesco Saúde e da Mediservice.

Bacharel em Ciências Econômicas pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro - PUC/RJ, é pós-graduado em planejamento pela Coordenação de Programas de Pós-Graduação em Engenharia - COPPE, da Universidade Federal do Rio de Janeiro - UFRJ.

De acordo com ele, presidir a CNSeg é um dos grandes desafios da sua carreira. "O mercado de seguros esteve sempre em evolução nos últimos anos e meu objetivo é que ele continue em evidência", afirma. Ele ainda complementa que "os órgãos de representação têm importante papel a desempenhar na educação para o seguro, como forma de minimizar os riscos a que todos estamos expostos, tanto os que envolvem os bens patrimoniais como os dois mais importantes bens: a vida e a saúde".

Em um de seus últimos discursos, no último dia 3 deste mês, em São Paulo, Coriolano disse que o comportamento das empresas e dos cidadãos brasileiros - de dar preferência à proteção do seu patrimônio, da sua família e da sua saúde - tornou o setor de seguros resiliente a toda a sorte de dificuldades econômicas.

"Mesmo no ano de 2015, quando o PIB registrou um decréscimo de 3,8%, o setor de seguros conseguiu progredir 11,2%, registrando um volume anual de indenizações, benefícios, resgates e sorteios pagos da ordem de R$ 234 bilhões. Esta cifra é maior do que a contribuição individual da indústria automobilística e da indústria farmacêutica", disse.

Para Coriolano, é notório que o mercado de seguros é pró-cíclico, "que responde diretamente aos ciclos econômicos expressos pelos indicadores agregados do Produto Interno Bruto, da renda média e do emprego. Assim, é inegável a constatação de que a profunda retração econômica por que passa o Brasil abateu-se recentemente de maneira forte sobre o setor de seguros".

Em razão disso, assegura, é urgente uma união de todos os agentes do mercado segurador em torno de um princípio único: o de que seja estabelecida uma regulação governamental contra-cíclica para o setor de seguros, levando em consideração a sua capacidade de alavancar o progresso em benefício da proteção de nossos concidadãos.

Para o presidente da CNSeg o setor de seguros ainda é desconhecido de amplas camadas da população brasileira e, infelizmente, de muitos formuladores de políticas públicas."Por essa razão, é preciso, cada vez mais, mostrar para o governo e para a sociedade a relevância dos mercados de Seguros, Previdência Privada, Saúde Suplementar e Capitalização para o desenvolvimento social e econômico do país".

E ressalta que tem confiança no futuro. "Aproxima-se o momento crucial que permitirá a retomada dos fundamentos que levaram o Sistema Segurador a ampliar a proteção a milhões de brasileiros. E, retomando o eixo da estabilidade, da confiança e do progresso, o sistema segurador estará pronto para dar sua contribuição para o país e para a nação.

Entre os muitos fundamentos que justificam essa percepção, ressalta ele, é importante destacar que as empresas seguradoras brasileiras possuem um forte padrão de solvência, equiparado ao de países de primeiro mundo. "Este é um dos fatores que dão segurança aos segurados em momentos de instabilidade, como o atual", afirma.

Outro ponto a ser enfatizado, segundo Coriolano, é que a seguridade privada é também o maior investidor institucional do país, atingindo, em 2015, ativos de R$ 800 bilhões, os quais podem ser destinados a toda a sorte de investimentos em outros setores da vida econômica e social.

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