June 24, 2016
Em seu primeiro mandato, o deputado federal Lucas Vergilio (SD-GO) já é considerado o melhor parlamentar entre os seus pares na Câmara. Ele obteve 324 pontos no Ranking dos Políticos, que considera diferentes quesitos, como assiduidade, qualidade dos projetos legislativos e cumprimento de promessas de campanha. Além de alcançar 200 pontos na abertura das votações, somou outros 36 por sua presença nas sessões legislativas e 88 por sua produção parlamentar.
Aos 29 anos, Lucas Vergilio tem se destacado pelo mandato atuante e repleto de boas iniciativas. Na Câmara, ele é dos mais reconhecidos defensores de melhorias para o mercado de seguros. O deputado é autor de projetos como o PL 1700/2015, que trata da carteira profissional dos corretores de seguros, e do PL 3139/2015, que revê dispositivos do Sistema Nacional de Seguros Privados. O texto coíbe a atuação de associações e cooperativas que vendem seguros piratas. Ele teve ainda participação em iniciativas de peso, como o recém-lançado Serviço de Atendimento a Corretores e Segurados (SACS); criado por iniciativa do Sincor-GO.
Segundo o Ranking dos Políticos, Lucas registrou 99% de presença nas sessões legislativas, comparecendo a 124 dos 125 expedientes da Câmara na atual legislatura. O deputado fez pouco uso das cotas parlamentares no seu mandato, em proporção muito inferior à de seus pares.
No ranking, os políticos que acumulam mais pontos figuram nas melhores posições. Esse é o caso de legisladores que comparecem a um bom número de sessões, mantêm-se longe de escândalos, empregam o dinheiro do gabinete de forma coerente e apresentam projetos de reconhecida qualidade. Já aqueles que desperdiçam ou gastam dinheiro público perdem pontos, bem como os que enriquecem desproporcionalmente aos seus ganhos ou apresentam projetos esdrúxulos, perdem pontos.
O posicionamento dos deputados na votação de projetos relevantes também entra como critério na avaliação do desempenho. Lucas Vergilio teve avaliação positiva, por exemplo, ao votar favoravelmente às propostas de emendas constitucional (PECs) que tratam de mudanças nas regras para as eleições e da desvinculação das receitas da União.
O portal Politicos.org.br é independente. Ele foi criado pelos professores e empresários Alexandre Ostrowiecki e Renato Feder, que não têm filiação a nenhum partido ou grupo de interesse. Eles são autores do livro “Carregando o Elefante”, em que expõem suas ideias sobre como tornar o Brasil um país melhor e mais próspero, Alexandre e Renato esperam com o Ranking dos Políticos reunir o maior número possível de informações e ajudar no voto consciente e combate à corrupção.
“O Brasil é muito grande, a máquina é inchada e a fiscalização não funciona. Com o site, procuramos expor os candidatos e atuais legisladores, de modo que as pessoas conheçam a atuação de cada um e saibam em quem estão votando. A boa notícia em qualquer eleição é que mesmo o mais corrupto dos políticos não consegue chegar lá se não tiver os votos necessários”, afirma Renato Feder. OS CRITÉRIOS USADOS NO RANKING DOS POLÍTICOS
Pontuação inicial
São dados 200 pontos iniciais para cada parlamentar. Aqueles que porventura perderem todos os 200 pontos ou mais ficam negativos e saem do ranking. Esses serão classificados como “abaixo de zero pontos” e se configurarão como Não Ranqueáveis (NR’s).
Presença nas sessões (Assiduidade)
Compara-se o percentual de faltas do parlamentar com a média de faltas dos demais políticos. A cada dez por cento a mais de faltas que a pessoa tiver, perde-se dez pontos. A cada dez por cento de faltas a menos que o parlamentar tiver, ganha-se dez pontos.
Privilégios (Cota parlamentar/verba indenizatória)
Compara o valor gasto pelo político durante todo o mandato com a média de gastos dos demais parlamentares no mesmo período. A cada 10% de gastos acima da média, ele perde cinco pontos. A cada 10% de gastos abaixo da média dos parlamentares, ganha cinco pontos.
Participação Pública (Mentirômetro)
Baseia-se nas mentiras e verdades do mandato do parlamentar, de modo que ao ele descumprir suas promessas de campanha, perde pontos e ao cumprir, ganha. O público pode votar, clicando em “Tirar pontos deste político” ou “Dar pontos a esse político”.
Processos judiciais
O ranking avalia matematicamente a ficha de processos judiciais do político. Impacta a pontuação a menção a crimes graves e a condenação, como por exemplo estelionato, formação de quadrilha, corrupção etc. Para cada crime, são subtraídos 25 pontos, para cada crime grave são subtraídos 100 pontos. E, caso haja condenação ao final do processo, duplica-se a punição de pontos, resultando na perda de aproximadamente 200.
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