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Lucro da IRB Brasil Resseguros aumenta 21% no 1º semestre, para R$ 414,3 mi

O IRB Brasil Resseguros encerrou o primeiro semestre de 2016 com lucro líquido de R$ 414,3 milhões, o que ...



Geral
July 29, 2016

O IRB Brasil Resseguros encerrou o primeiro semestre de 2016 com lucro líquido de R$ 414,3 milhões, o que representa uma alta de 21% sobre os R$ 343,361 milhões do mesmo período de 2015. Os dados financeiros somente do segundo trimestre não foram divulgados.

O retorno sobre patrimônio líquido médio (ROAE) foi elevado em seis pontos porcentuais, para 32%. O patrimônio líquido em 30 de junho era de R$ 3,046 bilhões, ante R$ 3,174 bilhões em 30 de junho de 2015. O total do ativo do IRB também está menor, em R$ 13,436 bilhões, ante R$ 14,268 bilhões na mesma comparação.

De janeiro a junho, o total dos prêmios emitidos cresceu 26%, para R$ 2,5 bilhões na comparação com igual intervalo do ano anterior. A resseguradora destaca que desse volume, R$ 595 milhões são referentes ao exterior, de modo que sua participação passou de 20% para 23% dos prêmios emitidos no semestre. Já os prêmios retidos totalizaram R$ 1,8 bilhão, aumento de 34% sobre o primeiro semestre de 2015, e os prêmios ganhos, por sua vez, chegaram a R$ 1,7 bilhão, 37% de alta na mesma comparação.

O índice de sinistralidade fechou o semestre em 65,8%, ante 59,6% no primeiro semestre de 2015. Já o resultado de subscrição (underwriting) foi a R$ 285,3 milhões, aumento de 18%. O índice combinado, de 94%, manteve-se estável.

A administração da companhia comenta ainda no demonstrativo financeiro do semestre que o resultado financeiro ficou 22% maior, somando R$ 531,9 milhões, com rentabilidade da carteira global de ativos próprios de 133% do CDI.

O governo estuda abrir o capital do IRB. O IPO (na sigla em inglês) seria o último passo para o seu processo de desestatização, após deter o monopólio do mercado de resseguros por 70 anos. Ano passado, quando o IRB tentou lançar pela primeira vez sua oferta, os vendedores miravam levantar R$ 3,5 bilhões com a venda de 40% da empresa. O governo esperava reduzir sua participação de 27,56% para cerca de 10% e os sócios privados também consideravam diminuir suas fatias na época. BB Seguros tem 20,43%, Bradesco Seguros 20,43% e Itaú 15% e formam, junto com a União, o bloco de controle da instituição. O FIP Caixa Barcelona tem 9,85% do ressegurador, enquanto outros acionistas somam fatia de 6,85%.





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