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Não é dinheiro jogado fora, diz especialista sobre seguro que une proteção e rentabilidade real

André Albo, planejador financeiro comenta sobre o vida resgatávelSe segurar contra adversidades é uma das ...



Geral
August 18, 2016



André Albo, planejador financeiro comenta sobre o vida resgatável

Se segurar contra adversidades é uma das decisões mais inteligentes que uma pessoa pode tomar. Afinal, quem quer ficar sem seguro caso seu carro seja roubado ou sua casa tenha algum problema estrutural, por exemplo? O mesmo vale para seguros de vida. Eles são uma forma de proteção da família em caso de falecimento do principal provedor de recursos da casa.

No entanto, muita gente acaba desistindo de contratar esse tipo de cobertura pois vê esse gasto como um dinheiro perdido. Afinal, se no período do contrato o cliente não precisar da cobertura do seguro, esse dinheiro teria sido completamente perdido, certo? Não necessariamente.

André Albo, planejador financeiro e sócio da Alta Vista Investimentos, comenta que uma modalidade de seguro de vida que tem se popularizado cada vez mais no país são os seguros resgatáveis.

O seguro resgatável conta com algumas diferenças em relação aos seguros tradicionais. A primeira delas é que você precisa ser aceito pela seguradora após uma série de exames, para assim ser estipulado o prêmio anual ou mensal que o cliente deverá pagar, comenta Albo. A partir desse momento, é feita uma apólice com data de vencimento determinada ou então vitalícia.

Ainda é estipulado um prêmio para o seguro, que é atualizado pela inflação. No entanto, a grande diferença é que o cliente pode resgatar parte do valor que contribuiu se quiser encerrar a cobertura. Com isso, esse gasto não é um dinheiro \jogado fora\, explica. Albo ainda explica que o dinheiro pago ao seguro é remunerado a uma rentabilidade real média de 3% ao ano. A parcela que será remunerada ao cliente depende de cada caso, pondera ainda o planejador.

O assessor de investimentos comenta ainda que essa aplicação é recomendada para pessoas que sustentam uma família, ou então que pensam em montar um bom planejamento sucessório. Como os seguros não entram em inventário, essa pode ser uma estratégia para a família evitar perda de liquidez em caso de falecimento inesperado. A cobertura mínima do produto costuma ser de R$ 500 mil, explica Albo.

 





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