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PIB acumula queda de 4,6% no 1º semestre

Presidente da CNseg diz que perspectivas são mais animadoras para mercado segurador no 2º semestreO Produt ...



Geral
August 31, 2016

Presidente da CNseg diz que perspectivas são mais animadoras para mercado segurador no 2º semestre

O Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil recuou 0,6% no segundo trimestre deste ano comparando-se aos três meses anteriores. Foi o sexto trimestre seguido de contração, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Sobre o segundo trimestre de 2015, o PIB retrocedeu 3,8%. No primeiro semestre do ano, a queda acumulada foi de 4,6% em relação aos seis primeiros meses de 2015.

Apesar do resultado, uma boa notícia foi o desempenho da indústria, que, em vez de contração, teve um crescimento de 0,3% no segundo trimestre, evitando uma queda ainda maior do PIB. Isso porque, no período, os setores de agropecuária e de serviços registraram retrocesso de 2% e 0,8%, respectivamente.

No caso da Formação Bruta de Capital Fixo, houve expansão de 0,4%, o primeiro resultado positivo após dez trimestres consecutivos em queda. Porém, já a Despesa de Consumo das Famílias, com a retração de 0,7%, registrou baixa pela sexto trimestre seguido.

Coriolano comenta resultado

O presidente da CNseg, Marcio Coriolano, disse que, apesar de o PIB ter fechado no terreno negativo nos primeiros seis meses do ano, a previsão é de um desempenho melhor para o mercado de seguros no segundo semestre. "O entendimento é de que o País está piorando menos, o que já é uma boa notícia. O ambiente recessivo existe, mas o leve crescimento do PIB da indústria brasileira no segundo trimestre, apesar de ser muito pouco para indicar uma retomada, sinaliza que a queda pode não se aprofundar mais", declarou ele em entrevista ao Broadcast nesta quarta-feira (31).

Nesse sentido, Coriolano lembrou que o desempenho de abril a junho do mercado segurador já foi melhor do que o visto nos três primeiros meses do ano. No primeiro trimestre, o mercado de seguros cresceu 3,6%, e, no segundo, 8,8%, informou ele. No primeiro semestre, o mercado de seguros acumulou crescimento nominal de 6,4% em relação ao mesmo período do ano passado, gerando arrecadação de R$ 113,9 bilhões. "Os indicadores mostram que as pessoas estão preocupadas em se protegerem e também protegerem o seu patrimônio, sentimento que alavanca em um cenário de incertezas no País, mas é claro que o desempenho do segundo semestre depende da retomada da economia brasileira", declarou Coriolano ao Broadcast.

O cenário econômico foi outro tema tratado na entrevista. O presidente da CNseg defendeu a necessidade de recuperar os fundamentos da moeda e do crédito. "As pessoas esperam um desfecho bom para o Brasil independente da coloração partidária", disse Coriolano.
Na entrevista, Coriolano aprovou a iniciativa de destravar a lei das concessões e de ampliar a participação do seguro garantia de obras públicas, dos atuais 5% para 30%. Para ele, estas duas questões devem gerar "impacto significativo" para o mercado de seguros, considerando-se um quadro de retomada das obras de infraestrutura no País.





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