December 22, 2016
Pesquisa realizada pela Zurich com a parceria da Universidade de Oxford chegou a conclusão que 49% dos brasileiros sentem-se dispostos a pagar quase o dobro do valor real de um produto contra perda de renda. Mas pela falta de informação, os entrevistados consideram que o custo ultrapassa suas expectativas, por isso acabam não adquirindo a proteção.
Ou seja, uma informação equivocada resulta na redução a proteção da sociedade contra a perda repentina de renda. Acontece que as pessoas pensam que o custo destes produtos é maior do que o valor que elas gostariam de pagar para cada tipo de proteção. A verdade é que este serviço pode ser contratado por menos de 5% dos rendimentos pessoais. Por outro lado, cerca de 49% considerariam pagar 6% ou mais de suas receitas para se prevenirem contra a perda repentina de renda. E outros 40% dos participantes responderam que pagariam até 5% de seus rendimentos.
O Estudo, “Falhas na Proteção de Renda/2016” foi realizado em 11 países e apresenta que somente 19% dos pesquisados têm seguro contra perda de renda devido a morte. E apenas 22% têm alguma proteção para casos de doença grave ou invalidez. O intuito da pesquisa foi para entender o cenário atual e poder compartilhar informações sobre o tema com o mercado em busca de soluções que atendam a população desprotegida. Os dados também deixam clara a necessidade de um esforço conjunto entre governo, mercado/iniciativa privada e indivíduos, para a redução das falhas na proteção de renda”, afirma Edson Franco, CEO da Zurich no Brasil.
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