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Consumidor deve denunciar falsos Corretores

A sociedade deve denunciar aqueles que comercializam irregularmente apólices de seguros, sem ter a devida ...



Geral
February 14, 2017

A sociedade deve denunciar aqueles que comercializam irregularmente apólices de seguros, sem ter a devida qualificação para exercer a profissão. A afirmação é do advogado especialista em seguros, Gilberto de Jesus, para quem, a conscientização do consumidor é a melhor forma de coibir essa prática. “O próprio consumidor deve saber que é de seu interesse denunciar para que a Susep possa adotar as medidas cabíveis”, frisa o advogado, em entrevista exclusiva ao CQCS.

Ele acrescenta que, ao tomar conhecimento de tais irregularidades, a Susep terá como “atuar e autuar”, impondo pesadas penalidades. “É isso que vai inibir tais práticas”, observa.

Gilberto de Jesus diz ainda que não acredita que a tendência seja a de se tornar comum a atuação irregular desses falsos corretores. Para ele, o mais provável é que a conscientização da sociedade leve “a outro cenário”.

O especialista ressalta ainda que, bem informado, o consumidor pode ser um aliado do corretor, pois, a exemplo do que ocorre em outras profissões, como contador, advogado ou médico, tem interesse em denunciar falsos profissionais se não estiver satisfeito e não enxergar qualquer segurança na prestação do serviço.

Quanto à atuação de canais alternativos, como bancos e redes varejistas, o advogado lembra que, em geral, há sempre um corretor envolvido na comercialização do seguro, ainda que não esteja fisicamente presente no momento da contratação da apólice. Ainda assim, ele acha que os profissionais independentes têm um importante diferencial para vencer essa concorrência. “O corretor pode oferecer o melhor plano e a melhor seguradora, as coberturas mais adequados, e os preços mais apropriados. Os bancos e as lojas de varejo não pode, pois trabalham com convênios, o que impede o cliente de auferir se aquele seguro é mesmo o melhor para ele”, argumenta o especialista, acentuando ainda que, para o cliente, é “extremamente prejudicial” não ter as informações que realmente necessita.

Ele admite, contudo, que os bancos e as redes de varejo levam vantagem em, pelo menos, um aspecto: o acesso mais fácil ao consumidor. Mas, para contrabalançar esse diferencial, o corretor independente conta com o conhecimento e a capacidade de formular a proposta mais adequada para cada caso.





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