November 10, 2014
Quem tem seguro de auto já acionou, pelo menos uma vez, algum tipo de serviço da seguradora. Para saber quem é o campeão de chamadas, a Liberty Seguros fez um levantamento com base nas mais de 120 mil ocorrências atendidas pela companhia entre setembro de 2013 e fevereiro de 2014. Adivinha quem sai na frente?
O campeão de chamados é problema na bateria, seguida de colisão, pneu furado, perda da chave e alagamento causado por enchente.
Bateria descarregada foi 73,10% do total de chamadas recebidas pela seguradora para socorro nas ruas. “A bateria dura em média dois ou três anos, mas pode ter a vida útil reduzida se não tiver os devidos cuidados”, diz Marcio Probst, diretor de Sinistros de Automóvel da Liberty Seguros. Segundo ele “dar partidas com o farol ou luzes internas ligadas, esquecer faróis e luzes acesas, instalação indevida de acessórios são exemplos que reduzem a vida útil das baterias”. Além disso, quem costuma deixar o carro parado muito tempo sem funcionamento também pode prejudicar a bateria. “Se o carro fica parado por mais de 20 ou 30 dias, o correto é desconectar os terminais dos cabos das baterias para evitar uma descarga precoce e reduzir a vida útil deste item”, sugere. Probst diz ainda que o ideal é sempre manter as capinhas de plástico em cima dos terminais (positivo e negativo) da bateria para evitar o risco de curto-circuito pelo contato de objetos metálicos.
Outros atendimentos
No total, para definir quem é o campeão de solicitação, foram analisados 123.708 atendimentos. Se bateria é primeiro lugar, quem é o segundo? Depois das baterias, as colisões são o segundo motivo que levam os segurados a procurar pela companhia, com 14,92% das chamadas. “São acidentes que resultam em danos ao automóvel do próprio segurado ou a bens materiais de outras pessoas”, afirma. O terceiro problema mais frequente é o pneu furado, com 6,77% das chamadas. A solicitação de chaveiro é o quarto serviço mais solicitado (3,12% dos casos).
Outro atendimento é alagamento dos veículos decorrente de enchente com 0,19% das causas dos atendimentos. As demais (1,90%) são por conta de roubos, falta de combustível, atolamento, incêndio e quebra de vidros.
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