Mais de 60% das perdas foram provenientes dos chamados riscos “secundários”, eventos pequenos ou médios oriundos de um risco primário
A experiência das perdas geradas por catástrofes nos últimos dois anos é um alerta para o setor de seguros, que destaca a tendência da crescente devastação gerada pelos chamados riscos “secundários” (eventos independentes pequenos ou médios ou efeitos secundários oriundos de um risco primário).
As perdas seguradas geradas por catástrofes naturais em 2018 atingiram US$ 76 bilhões, o quarto montante mais alto em um período de um ano, de acordo com o último relatório sigma do Swiss Re Institute, e mais de 60% das perdas foram provenientes de riscos secundários. As perdas seguradas geradas por catástrofes naturais em 2017 e 2018 totalizaram US$ 219 bilhões, o montante mais alto na história em um período de dois anos.
Em 2017, quando os pedidos de seguro totais referentes a desastres naturais foram os mais altos da história em um período de um ano, mais da metade foi proveniente de riscos secundários. As perdas geradas por riscos secundários estão aumentando devido à urbanização, ao aumento da concentração de ativos em áreas expostas a condições meteorológicas extremas e a mudanças climáticas.
Foto: Exame
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