Reportagem veiculada no jornal das 19 horas, da Record BA, no dia 27 de julho, alertou a população sobre mais um caso envolvendo associações de proteção veicular. Eduardo Gomes, motorista, associado há mais de dois anos, teve seu carro roubado na porta de casa, no bairro de Brotas, em novembro de 2018.
Segundo a reportagem, para resolver seu problema, Eduardo procurou a associação, a quem pagava cerca de R$ 190,00 por mês, entretanto não encontrou a ajuda esperada. “Nunca atrasei, mas, infelizmente, a cooperativa está fazendo isso comigo”, contou em entrevista à Record. O motorista se refere a situação em que se encontra. A cooperativa negociou e ofereceu R$ 23.000, dividido em 10 parcelas, mas até agora, meses depois, não efetuou o pagamento.
Josimar Antunes, Corretor de Seguros e vice-presidente de gestão e planejamento do Sindicato dos Corretores da Bahia, explica que, no caso das seguradoras, a situação acontece de forma diferente. “Quando acontece um caso de sinistro, você tem a garantia, dentro de um prazo máximo de trinta dias, que será resolvido”. E isso acontece porque é garantido pelo banco central que as companhias seguradoras tenham uma reserva destinada a este fim.
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