Uma matéria do Valor Econômico informa que, no Brasil, nos últimos quatro anos, houve um crescimento no número de “insurtechs”. O número das empresas criadas no Brasil foi quase o mesmo daquele registrado nas duas décadas anteriores, como informou um levantamento realizado pela consultoria KPMG em parceria com a Distrito, plataforma de inovação que conecta startups, empresas e investidores, adiantado para o Valor.
Em 20 anos surgiram no país 57 insurtechs, que são startups voltadas ao setor de seguros. Entre os anos de 2016 e 2019, s 56 empresas novas empresas foram criadas, totalizando 113. Desde 2018, quando foi lançada a primeira versão do estudo, sete empresas deixaram de operar, em uma taxa de mortalidade de 6,14% e uma média de 6,3 anos de vida.
De acordo com o que Oliver Cunningham, sócio da KPMG, informou ao Valor, o desenvolvimento das insurtechs é mais lento, se comparado a outras startups, mas isso é reflexo da dinâmica inerente ao mercado de seguros. Além disso, ele afirma que essas empresas ainda estão focadas em trabalhar para resolver problemas operacionais, mas que aos poucos têm se voltado ao produto em si.
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