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Armando Vergilio destaca seriedade, competência e capacitação do novo superintendente da Susep

A partir de agora, a Susep passa a ser comandada por um profissional do setor sério, extremamente competen ...



December 17, 2021

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A partir de agora, a Susep passa a ser comandada por um profissional do setor sério, extremamente competente e comprovadamente capacitado. A afirmação foi feita pelo presidente da Fenacor, Armando Vergilio, na cerimônia de posse do novo superintendente do órgão regulador, Alexandre Camillo, realizada nesta quinta-feira (16); no Rio de Janeiro.


Segundo ele, Camillo tem profundo conhecimento sobre o setor e as reais necessidades dos consumidores, além dos caminhos que a indústria pode e deve seguir para cumprir sua missão. “Este mercado tem imensa expectativa sobre o trabalho que a nova gestão da Susep poderá desenvolver”, acrescentou Vergilio.


O presidente da Fenacor enfatizou ainda que “não há nação desenvolvida sem o suporte de um mercado de seguros forte e consolidado”.


Ele lembrou que o setor tem sido “especialmente brilhante, eficaz e preponderante” ao longo da pandemia.


Mas, ressaltou que é preciso haver um diálogo aberto com o órgão regulador para que se consolide o crescimento do setor e ele possa ajudar o País a se desenvolver em bases sólidas e sustentáveis. “Quando se ouve o mercado, invariavelmente, as normas favorecem também e principalmente os consumidores e trazem muito mais evolução factível, além da necessária segurança jurídica para um ambiente de negócios favorável e o tão sonhado crescimento do setor. E esse crescimento é fundamental para todo o País. Porque o setor de seguros é vital para o desenvolvimento econômico e, sobretudo, social do Brasil”, salientou.


Vergilio assegurou ainda que o setor privado tem “ponderações, sugestões e contribuições importantes” a fazer visando uma boa regulação e produção de normas eficientes.


Nesse contexto, apontou como extremamente importante a autorregulação na corretagem de seguros, lembrando que a categoria é extremamente responsável e madura o suficiente para seguir esse caminho. “A autorregulação já foi regulamentada pela Lei Complementar 137. As autorreguladoras do mercado de corretagem de seguros têm todos os instrumentos para realizarem um trabalho de qualidade, profissional e técnico, como órgão auxiliar e subordinado à Susep na fiscalização preventiva e na regulação dos corretores de seguros”, argumentou.





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