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Porto Seguro recicla peças automotivas

O tradicional almoço do Clube dos Corretores de Seguros de São Paulo (CCS-SP) recebeu em seu encontro do m ...



Geral
March 4, 2015

O tradicional almoço do Clube dos Corretores de Seguros de São Paulo (CCS-SP) recebeu em seu encontro do mês de março, o diretor de auto da Porto Seguro e da Renova Ecopeças, Bruno Garfinkel. Ele apresentou a nova empresa da Porto Seguro, pioneira na reciclagem e reaproveitamento de peças e componentes automotivos.

O executivo lembrou que a Porto Seguro tem uma tradição inovadora. Ele citou como exemplo a implantação do atendimento de assistência 24 horas e o cartão de crédito da companhia. A Renova Ecopeças surge nesse contexto. Ele explicou que a motivação para criar a empresa veio de algumas particularidades brasileiras. “O Brasil é o país que mais recicla latinhas de alumínio e não recicla veículos. No Japão, depois de cinco anos de uso, os carros são reciclados”, apontou. Ele acrescentou ainda que no Brasil apenas 1,5% dos veículos são reciclados. A maior parte acaba em desmanches e aterros colocando em risco a natureza devido ao descarte inadequado de peças e resíduos.

O sistema de reciclagem da empresa prevê o reaproveitamento e reciclagem de quase todas as peças e componentes de um carro. As peças em ótimo estado ou com pequenos defeitos voltam para o mercado, com procedência e garantia. Já as peças e os componentes que não podem ser reaproveitados são reciclados por parceiros ou empresas especializadas. Os itens de segurança não são reaproveitados.

Segundo Bruno Garfinkel, a empresa está totalmente adequada à legislação de desmanches e adota em seus processos um rígido padrão de responsabilidade ambiental e compromisso social ao dispor de soluções para o descarte adequado de veículos em final de vida útil. O executivo lembrou que 50% do valor do seguro de automóvel é formado com base no número de furto e roubos de veículos.

As peças recicladas pela empresa voltam para o mercado com dispositivos de rastreamento. Durante a desmontagem as peças são classificadas em A (prontas para reuso); B (com pequenas avarias) e C (devolvidas aos próprios fabricantes ou empresas especializadas na reciclagem dos componentes). As peças que serão reutilizadas recebem marcação com microdts que permite uma marcação única sem danificar as peças. Feito isso, a peça é catalogada e armazenada para comercialização.

O mentor do CCS-SP, Adevaldo Calegari, destacou a presença do executivo e de algumas autoridades presentes como o presidente do Sindicato dos Corretores de São Paulo (Sincor-SP); Alexandre Camillo, Paulo Bosisio, tesouro do CCSP, ex-mentor do CCS-SP e presidente da Associação Paulista dos Técnicos de Seguro (APTS); Luiz Lopes Vasquez.





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