April 29, 2015
Estudo de lideranças da FenaSaúde aborda a questão e sugere ações
Por diversos fatores, os custos setoriais com assistência à saúde crescem a um ritmo superior ao crescimento das rendas das pessoas e da própria taxa de inflação. E a necessidade de reposição da variação dos custos pelas operadoras de saúde suplementar é tarefa importante para a manutenção do equilíbrio dos contratos e sobrevivência do setor. Será que as operadoras estão em condições financeiras favoráveis para enfrentar todos esses desafios?
O diretor-executivo da FenaSaúde, José Cechin, seu gerente-geral, Sandro Leal, e o especialista em Regulação da Saúde Suplementar, Álvaro Almeida, abordam essa e outras questões em estudo publicado em inglês na Revista Brasileira de Risco e Seguro, onde também apresentam um retrato da condição financeira e da solvência das operadoras que atuam no setor no Brasil.
Segundo eles, algumas medidas regulatórias podem contribuir para um melhor ajustamento entre receitas e despesas assistenciais, como a avaliação das incorporações tecnológicas baseadas em critérios de custo-efetividade e a indicação segundo diretrizes de utilização baseadas nas melhores práticas médicas. O texto, que pode ser lido na íntegra clicando aqui, também sugere, ao final, algumas ações nesta direção.
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