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O universo cabe dentro de um homem comum

“A Vida de Chuck” mostra que, dentro de cada pessoa, existe um universo inteiro esperando pra brilhar



🎬 FICA A DICA
November 7, 2025

Por 🏆 Seguro Gaúcho | Arthur Moraes
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Sabe aquele tipo de filme que você começa achando meio esquisito, meio “o que é que tá acontecendo aqui?”, e termina com um nó na garganta e uma vontade danada de viver melhor? Pois é, A Vida de Chuck é exatamente isso.

Dirigido por Mike Flanagan, que traz pra tela uma história escrita por ninguém menos que Stephen King. O filme é um passeio entre o fantástico e o realismo, entre o que a gente entende e o que simplesmente sente. A história é contada de trás pra frente (sim, o tempo vai ao contrário!) e começa com o fim da vida de Chuck Krantz, um sujeito comum, desses que poderia ser seu vizinho, seu colega de trabalho ou aquele cara que sempre pede café antes de você na padaria.

Chuck nunca saiu da pequena cidade onde nasceu. Viveu uma vida simples, quase invisível. Mas, de algum jeito misterioso, e muito Stephen King, o destino do universo inteiro está ligado a ele. Louco, né? É como se, quando ele morresse, tudo ao redor se apagasse também. E aí, a gente vai voltando no tempo pra entender quem é esse homem e, principalmente, o que é que faz a vida dele valer tanto.

No começo, parece um delírio, um roteiro difícil de acompanhar. Mas, quando a metáfora acende, tudo faz sentido: a morte de um homem é também a morte do universo que ele carrega dentro de si. Porque é isso que somos, no fim das contas, um pequeno universo ambulante, cheio de memórias, afetos, cheiros, vozes, pessoas que amamos e momentos que jamais voltam.

O filme parte de uma ideia linda: diante da imensidão do cosmos, nós somos minúsculos, sim. Mas isso não é triste. É libertador.

Libertador porque, se nada tem tanta importância assim, então o que vale é viver de verdade. Rir alto. Abraçar mais. Comer o bolo mesmo estando de dieta. Dizer “eu te amo” antes que o universo apague as luzes.

Stephen King, que adora brincar com o medo, aqui faz o contrário: ele nos entrega um filme sobre a beleza da vida comum. Mostra que cada existência é uma galáxia inteira, e que viver plenamente é a forma mais bonita de deixar o universo girar, mesmo que seja só o nosso pequeno universo particular.

A Vida de Chuck é sobre isso: sobre encontrar sentido nas coisas simples, sobre a grandeza de existir e o brilho das pequenas alegrias. E quando o filme termina, a sensação é de que a gente também é o Chuck, tentando entender o mundo, tentando ser bom, tentando deixar um pouco de luz antes que o escuro venha.

Então, se você anda precisando se reconectar com a vida, assista A Vida de Chuck.

Disponível na Apple TV e Amazon Prime Video.

Mas vá preparado: pode ser que, depois dele, pode ser que você nunca mais olhe para o seu dia comum do mesmo jeito.

Porque, afinal, quem disse que o universo não cabe dentro da gente?





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