Publicidade


Mitos do Seguro de Vida: o que você acredita e não é verdade

Crenças equivocadas sobre como o produto funciona fazem com que algumas pessoas adiem ou descartem a contr ...



April 1, 2026

Por Isabela Zampiron | Seguro Gaúcho
mitos-do-seguro-de-vida-o-que-voce-acredita-e-nao-e-verdade

Poucas decisões financeiras têm tanto impacto na vida de uma família quanto contratar um Seguro de Vida. E, no Brasil, a desinformação ainda é um dos principais obstáculos. Crenças equivocadas sobre como o produto funciona fazem com que algumas pessoas adiem ou descartem a contratação, muitas vezes sem nunca ter checado se o que acreditam é verdade.

Para desmistificar as ideias mais comuns sobre o produto, conversamos com Rosangela Spak, Superintendente Comercial Vida da Tokio Marine.

“É muito comum que as pessoas vejam o Seguro de Vida como um produto que só será utilizado em casos de morte e que seu valor de contratação é alto, além do pouco conhecimento sobre os reais benefícios e coberturas", afirma Spak. Segundo ela, o Seguro de Vida é, na verdade, um produto para ser utilizado em vida, com serviços que vão de telemedicina gratuita a consultas com nutricionistas e psicólogos, além de coberturas para doenças graves e suporte financeiro em situações como invalidez e afastamento do trabalho.

Mito 1: A indenização do Seguro de Vida entra em inventário

Talvez esse seja o mito mais difundido de todos. Muita gente acredita que, ao morrer, o valor do Seguro de Vida vai se misturar ao patrimônio do falecido e ficará preso no processo de inventário, que pode levar um longo tempo.

No entanto, a indenização é paga diretamente aos beneficiários indicados na apólice, de forma independente do inventário conforme previsto em lei. Spak ressalta que o artigo 794 do Código Civil estabelece expressamente que o Seguro de Vida não é considerado herança nem se sujeita às dívidas do segurado. "Essa previsão legal existe justamente para garantir liquidez imediata à família, permitindo acesso rápido aos recursos, sem a necessidade de aguardar a conclusão do processo sucessório".

Porém, há situações excepcionais que podem gerar discussão judicial, como a ausência ou invalidade da indicação de beneficiários, divergências entre possíveis destinatários ou suspeitas de fraude. "Nesses casos, a discussão ocorre apenas para definir quem tem direito ao recebimento, sem alterar o fato de que o Seguro de Vida não integra o inventário", esclarece a especialista.

Mito 2: O seguro de vida precisa ter um único beneficiário fixo

Outro equívoco muito comum é achar que o Segurado precisa escolher uma única pessoa para receber a indenização e que essa escolha é permanente. Na prática, o Seguro de Vida é muito mais flexível: é possível indicar mais de um beneficiário, definir percentuais diferentes para cada um e atualizar essas informações ao longo do tempo.

Mas a flexibilidade exige atenção. "A principal recomendação é indicar os beneficiários de forma clara e em conformidade com a lei", diz Spak. Ela destaca que a indicação deve ser revisada sempre que houver mudanças relevantes na vida do Segurado, como casamento, divórcio, nascimento de filhos ou alterações financeiras relevantes.

Entre os erros mais comuns, a superintendente aponta a falta de revisão periódica e a indicação de pessoas em situações que podem ser contestadas legalmente. "manter como beneficiárias pessoas que já não possuem vínculo atual, gerando questionamentos ou atrasos no pagamento", comenta. Ela também recomenda informar aos beneficiários sobre a existência do seguro e onde localizar a apólice.

Mito 3: Seguro de vida é só para quem tem dependentes

A ideia de que o Seguro de Vida só faz sentido para quem sustenta outras pessoas é um dos equívocos que mais afasta jovens e solteiros da contratação do produto. O raciocínio parece lógico à primeira vista: se não há filhos ou cônjuge para proteger, para que contratar?

Mas o seguro vai além da proteção de dependentes diretos. Ele pode cobrir dívidas que recairiam sobre familiares, garantir a continuidade de um negócio e servir como ferramenta de planejamento financeiro de longo prazo. O Seguro de Vida auxilia no planejamento familiar ao preservar o padrão de vida caso o contribuinte, por exemplo, seja afastado do trabalho ou receba o diagnóstico de alguma doença grave.

O que fazer agora?

Para quem ainda tem dúvidas, Spak recomenda começar pela informação. "O primeiro passo é buscar informação junto ao Corretor de Seguros e entender que esse tipo de produto vai muito além de uma proteção em caso de morte. É importante avaliar o momento de vida, atribuições financeiras e as necessidades da família", orienta. Com a ajuda de um especialista, a decisão se torna mais consciente e alinhada aos objetivos de proteção e planejamento financeiro.





Publicidade


VEJA TAMBÉM


susep-atualiza-manuais-de-seguranca-cibernetica-e-praticas-contabeis
Susep atualiza manuais de segurança cibernética e práticas contábeis

Novos documentos reúnem orientações sobre proteção cibernética, governança e procedimentos contábeis aplic ...


homens-sao-chamados-ao-protagonismo-no-combate-ao-feminicidio-em-encontro-na-camara-de-porto-alegre
Homens são chamados ao protagonismo no combate ao feminicídio em encontro na Câmara de Porto Alegre

Representantes do mercado de seguros participaram de painel que reforçou a importância da atuação masculin ...


cnp-seguradora-e-indicada-em-quatro-categorias-do-premio-reclame-aqui-2026
CNP Seguradora é indicada em quatro categorias do Prêmio Reclame AQUI 2026

Esta é a primeira vez que as quatro empresas do Grupo CNP Seguradora são indicadas simultaneamente à premi ...









topo