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Contra a fraude e atravessadores, a informática

Para evitar e combater as fraudes contra o seguro DPVAT, o sócio responsável da paulistana Sicorre Correto ...



Geral
May 19, 2015

Para evitar e combater as fraudes contra o seguro DPVAT, o sócio responsável da paulistana Sicorre Corretora de Seguros, Roberto Carlos Pantoja Ribeiro, concorda que os processos administrativos de sinistros DPVAT têm que ser analisados com cautela, de forma que qualquer informação "nebulosa" seja verificada. E aponta uma ocorrência em particular sucedida no Nordeste.

Sem detalhá-la, ele diz acreditar que se o caso tivesse sido analisado criteriosamente na seguradora, não teria gerado o pagamento ao fraudador. "Resultado: o caso motivou um processo judicial que certamente a Líder perderá e ela terá que pagar a indenização novamente, agora para o beneficiário legal", conta Roberto.

Citando o ditado "o barato sai caro", ele diz ainda que isso acontece quando não se analisa a regulação com "olhos de lince". Segundo ele, os processos de invalidez permanente são mais delicados e, como tal, devem seguir para parcerias (clínicas) de confiança da seguradora para serem formalizados, "e isso a nível nacional". Ou seja. "Temos que ter clínicas de confiança da seguradora para validar a situação de invalidez permanente para pagamento da indenização", reforça Roberto Pantoja.

Para ele, o prazo de pagamento das indenizações tem um patamar aceitável. "O importante realmente é que haja uma equipe de especialistas (\sei que existem pessoas capazes disso) que identifiquem as fraudes e assim efetuem o pagamento a quem de direito", argumenta.

Na opinião do corretor da Sicorre, muitas vezes a burocratização do pro-cesso se dá por quem não entende o que está fazendo. "Ao longo do tempo que trabalho com o DPVAT, e par-ticularmente com a Seguradora Gente, não vi entraves em meus processos", conta.

No combate aos atravessadores que giram em torno do DPVAT, onde também orbitam muitos casos de fraudes, Roberto receita o uso da informática. Para ele, grande parte do problema seria resolvida se houvesse a interligação de informações sobre acidentes de trânsito entre as partes interessadas. "Mas o que se vê não é isso, há uma falta total de \sinergia\ entre as organi-zações que tem as informações do fato gerador e o que realiza o pagamento de indenização", critica o corretor. Na sua análise, são interesses distintos que dificultam a ação da seguradora, dos corretores e de quem quer fazer "um trabalho decente em prol das vítimas e beneficiários do seguro".

Para agilizar a liquidação do sinistro, ele reitera que a informática pode facilitar a obtenção de informações com rapidez e auxiliar no recolhimento da documentação, no esclarecimento de dúvidas dos acidentados e seus parentes e no encaminhamento dos processos de indenização. Roberto Pantoja entende, inclusive, que ao corretor de seguros deveria ser dado prioridade no acesso à informação, em um modelo como o sugerido.





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