May 22, 2026
Por Pitzi
Estudos recentes reforçam essa tendência. Dados da GfK indicam que, em anos de grandes eventos esportivos, o mercado de televisores pode registrar crescimento de dois dígitos no Brasil, impulsionado principalmente pela troca por modelos maiores e mais tecnológicos. Na Pitzi, o volume de contratações de proteção para TVs vem crescendo de forma consistente, passando de 1,6% em 2024 para aproximadamente 3,9% em 2025 - mais que dobrando sua representatividade na carteira.
Além da proteção física contra danos acidentais, falhas técnicas ou roubos, a contratação de seguros para eletrônicos como televisores também representa uma importante estratégia de proteção financeira. Em um cenário de instabilidade econômica e orçamento familiar mais restrito, evitar gastos inesperados com consertos ou reposição de um bem de alto valor pode fazer grande diferença no equilíbrio das finanças. O seguro atua, nesse sentido, como um mecanismo de previsibilidade, permitindo que o consumidor substitua custos imprevistos por um investimento planejado e acessível.
Outro ponto relevante é que televisores, especialmente os modelos mais avançados, têm custos de reparo elevados e, muitas vezes, peças importadas, o que pode encarecer ainda mais a manutenção. Ao optar por um seguro no momento da compra, o consumidor reduz o risco de comprometer sua renda com despesas emergenciais ou até mesmo de precisar recorrer a crédito. Dessa forma, a proteção deixa de ser apenas um benefício adicional e passa a ser uma decisão financeira inteligente, alinhada a um consumo mais consciente e sustentável.
“Com a Copa do Mundo, vemos um aumento significativo na procura por televisores de maior valor, o que naturalmente eleva a preocupação do consumidor com a proteção desses bens. Nosso papel é garantir que essa experiência de compra seja completa, oferecendo segurança, tranquilidade e suporte ao longo de toda a vida útil do produto”, afirma Tatiany Martins, vice-presidente da Pitzi no Brasil.
A relevância desse trabalho está diretamente conectada à própria essência do modelo de insurtech. “A premissa central de uma insurtech é usar tecnologia, dados internos e de mercado, além de insights de comportamento do consumidor, para reinventar a forma como seguros são criados, distribuídos e consumidos. Isso permite tornar esses serviços mais acessíveis, personalizados, simples e eficientes”, complementa Tatiany Martins.
“A proteção de uma TV hoje não é apenas uma questão financeira, mas também de continuidade da experiência. Seja para entretenimento, informação ou momentos em família, garantir que esse bem esteja protegido faz toda a diferença”, finaliza Tatiany Martins.
Com mais de 150 colaboradores, a Pitzi segue investindo em inovação e expansão, com o propósito de democratizar o acesso à proteção com qualidade, eficiência e confiança. Em um momento em que o consumo de eletrônicos cresce impulsionado por grandes eventos e pela evolução tecnológica, a empresa se posiciona como uma aliada estratégica tanto para varejistas quanto para consumidores.
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