June 3, 2026
Por Omint Seguros
O Brasil vive um novo ciclo de empreendedorismo. Nos dois primeiros meses de 2026, mais de um milhão de pequenos negócios foram formalizados, um crescimento de 3% em relação ao mesmo período do ano anterior, segundo dados da Receita Federal compilados pelo Sebrae. Nesse contexto, o seguro de vida em grupo ganha relevância entre os empreendedores como estratégia de gestão de pessoas, movimento impulsionado também pelas atualizações da NR-1, que reforçam a importância do bem-estar no ambiente corporativo.
Microempreendedores individuais (MEIs), microempresas e empresas de pequeno porte representam 97,3% das novas empresas no país, o que evidencia a necessidade de adotar práticas de gestão mais estruturadas desde o início das operações.
"Com a expansão acelerada dos pequenos negócios e a crescente atenção ao bem-estar no trabalho, o seguro de vida em grupo assume um papel estratégico na gestão de pessoas. Mais do que um benefício, se torna uma ferramenta de proteção que apoia o colaborador e contribui para a continuidade operacional das empresas, com soluções acessíveis e adaptáveis à realidade de equipes enxutas", afirma Marcell Guimarães, diretor de vendas da Omint Saúde.
Além da cobertura básica em caso de morte, as apólices atuais oferecem proteções adicionais, como despesas médicas, assistência funeral e invalidez permanente, inclusive do cônjuge. Outro ponto relevante é o impacto na atração e retenção de talentos. Em um mercado competitivo, no qual pequenas empresas disputam profissionais com grandes organizações, benefícios estruturados podem ser decisivos.
"Em um cenário de disputa cada vez mais intensa por talentos, esse tipo de iniciativa ajuda a equilibrar a proposta de valor ao colaborador, reforçando a percepção de cuidado e segurança, fatores cada vez mais relevantes na decisão profissional", explica Guimarães.
O avanço dos pequenos negócios no Brasil não amplia apenas a atividade econômica, mas também eleva o nível de exigência sobre a gestão. Nesse contexto, iniciativas que combinam proteção, cuidado e eficiência operacional deixam de ser diferenciais e passam a ocupar um papel central na construção de empresas mais resilientes.
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