June 19, 2015
O superintendente administrativo do Sindicato das Seguradoras do Rio Grande do Sul (Sindseg-RS) é uma daquelas pessoas calmas, um cara tranquilo mesmo. Nascido em 1965, em Porto Alegre, Rubaiarte Oliveira Amaro cresceu brincando pelas ruas da Capital gaúcha, onde sempre morou.O nome diferente veio do personagem de um livro lido pelo pai. O caráter reto, a educação impecável e a cordialidade também vieram de casa.
Vinte e seis anos atrás casou-se com Denise da Fonseca Amaro, com quem teve dois filhos: Mônika, de 24 anos, e Lucas, 21. Hoje, aos 49 anos, além de trabalhar com muito empenho e dedicação no Sindseg-RS, dedica-se ao curso de administração de empresas.
Nesta sexta-feira (19/06); Rubaiarte é o convidado do Seguro Gaúcho para o Papo 10, quadro de entrevista com os profissionais que atuam no mercado segurador gaúcho. Confira abaixo um pouco sobre a história, os gostos e os hábitos deste competente profissional do setor de Seguros.
Seguro Gaúcho: Como foi a tua infância e a tua juventude?
Rubaiarte: Infância e juventude normais de um jovem da periferia. Com muito jogo de bola, brincadeiras de todo o tipo (jogo de bolinha de gude, pião, pandorga, polícia e ladrão, boco, bicicleta etc); muita reunião dançante em garagens (embora eu nunca tenha sido bom de dança); e também com muita dificuldades financeiras.
Seguro Gaúcho: E o teu início no mercado de trabalho?
Rubaiarte: Iniciei como office-boy numa clínica de cirurgia plástica. Depois ingressei no Sindicato, também como office-boy. Logo em seguida passei para auxiliar de escritório, cargo no qual fiquei por alguns anos. Trabalhei na Escola Nacional de Seguros durante cinco anos, como auxiliar administrativo. Nesta segunda passagem pelo Sindicato, estou desde 2002 e, desde 2013, como superintendente administrativo.
Seguro Gaúcho: Por que escolheste essa carreira?
Rubaiarte: O Sindicato me acolheu e me deu a tranqüilidade necessária para desempenhar minhas funções. Não há do que reclamar.
Seguro Gaúcho: O que pretendes estar fazendo daqui a 10 anos?
Rubaiarte: Talvez ainda colaborando para uma prestação de serviços cada vez melhor por parte do nosso Sindicato.
Seguro Gaúcho: Qual é a tua maior qualidade e o que tu acreditas que ainda precisa melhorar?
Rubaiarte: Não sei se é uma qualidade, mas gosto de pensar que seja, a de acreditar nas pessoas e não fazer pré julgamentos de qualquer tipo. O que eu ainda preciso melhorar é a comunicação, ser menos retraído e permitir uma interação maior com as pessoas.
Seguro Gaúcho: O que desperta o teu lado consumista? Por que?
Rubaiarte: Isso graças a Deus não tenho, até porque faltaria o principal: o dinheiro.
Seguro Gaúcho: Quais são o teu livro e o teu filme preferidos?
Rubaiarte: Não tenho um título de livro ou filme preferido, mas os que me atraem e satisfazem são os que apresentam personagens de grande inteligência e perspicácia, de preferência confrontando-se entre si ou aliando-se para resolver um grande problema.
Seguro Gaúcho: Como e pra onde seria a viagem dos sonhos?
Rubaiarte: Seria uma viagem com bastante dinheiro no bolso, acompanhado da Denise (esposa de Rubaiarte); livre de qualquer preocupação, sem dia marcado para voltar. O destino poderia ser qualquer um que tivesse belos lugares a visitar.
Seguro Gaúcho: Quem é a pessoa que tu mais admiras no mercado gaúcho de seguros?
Rubaiarte: Admiro muito a Jane Manssur (coordenadora da Escola Nacional de Seguros no Rio Grande do Sul) por sua incrível obstinação na questão da evolução educacional do mercado local de seguros; o presidente Julio Rosa por sua sinceridade e dedicação ao Sindicato, comprometido 100% com o interesse do desenvolvimento do segmento securitário e da integração das entidades do setor; e o nosso presidente de honra, senhor Miguel Junqueira Pereira, por tudo que fez ao mercado local e nacional de seguros e por sua sabedoria acima da média.
Seguro Gaúcho: Podes contar alguma história curiosa que tenhas passado no mercado de Seguros?
Rubaiarte: Curiosa não, mas marcante sim, pois nunca mais esquecemos. Aconteceu quando a Funenseg ainda funcionava nas dependências do Sindicato, alguns bons anos atrás, e, em certa oportunidade, ficamos todos, funcionários do Sindicato e da Funenseg, trabalhando 24 horas seguidas. Viramos a noite para ajudar a preparar os processos que a Jane tinha que mandar para o Rio de Janeiro antes de saírem de férias.
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