October 22, 2015
O Programa Porteiro Amigo do Idoso, do Grupo Bradesco Seguros, está se encaminhando para superar sua meta para 2015. O Programa já atingiu, no segundo semestre, 1.450 porteiros treinados para lidar melhor com idosos e chegou a novas regiões do país. Além de Rio de Janeiro e São Paulo, este ano o PADI foi estendido para os estados do Espírito Santo e de Minas Gerais, chegando também a novos bairros no Rio e cidades em São Paulo (Campinas, Ribeirão Preto e Santo André).
O PADI e outros programas de longevidade da Bradesco Seguros, como Circuito da Longevidade, foram apresentados esta manhã no segundo dia do III Fórum Internacional da Longevidade, patrocinado pelo Grupo Bradesco Seguros, que encerra seus trabalhos hoje, no Rio de Janeiro. As executivas da empresa Leila Rosimere da Silva, da área de Responsabilidade Socioambiental, e Rosana de Rosa, da área de Desenvolvimento de Recursos Humanos, participaram do painel "Negócios Amigos do Idoso", juntamente com o diretor do Hospital dos Servidores de São Paulo (Iamspe); que contou como a instituição vem aprimorando seu atendimento aos mais velhos.
Ao apresentar detalhes do PADI, Leila contou um caso que exemplifica a grande importância dos porteiros de edifícios para os idosos. Um senhor, ao ficar doente e precisar de cuidados, preferiu ir para o apartamento do porteiro de seu prédio, que tanto o ajuda no dia a dia, a ser levado para a casa de seu próprio filho.
Abrindo o segundo dia do III Fórum Internacional da Longevidade, a gerontologista Ina Voelcker, coordenadora de projetos do Centro Internacional de Longevidade do Brasil (ILC-BR); apresentou um programa da Companhia Paulista de Força e Luz (CPFL) para mensurar as ações das cidades paulistas em prol do idoso, facilitando seu reconhecimento como Cidades Amigas do Idoso, conceito difundido pela Organização Mundial de Saúde (OMS).
Em seguida, outro representante do ILC-BR, Diego Bernardini, defendeu uma mudança na maneira como os médicos em geral se relacionam com os idosos. Ele propõe que os médicos aprendam a ouvir mais seus pacientes idosos e procurem simplificar a forma como transmitem seus diagnósticos e prescrições. "Se não for simples com o idoso, ele não vai entender", explicou Bernardini, lembrando que o idoso não consegue procurar informações de saúde na internet ou por outros meios com a mesma facilidade que os mais jovens têm.
No painel de apresentação de casos internacionais sobre a saúde do idoso, o japonês Shinichi Ogami, gerente de projetos do Centro Internacional de Longevidade do Japão, disse que há um certo estereótipo, no Ocidente, sobre como os idosos são tratados em países asiáticos. Ele relatou que, no Japão, 76% dos homens e 49% das mulheres idosas, entre 60 e 64 anos, ainda estão inseridos no mercado de trabalho. Ainda segundo Ogami, os japoneses já treinaram mais de 5,5 milhões de pessoas a fim de capacitá-los para cuidar e apoiar famílias de idosos com demência. Outro dado relevante é que, no país, o percentual dos idosos que vive bem e com a família chega a 40% no interior, mas na área metropolitana a maioria vive sozinha e deprimida. Na Coreia do Sul, a realidade é mais preocupante: a taxa de suicídios entre os idosos é muita alta.
O tema do III Fórum Internacional de Longevidade, que reuniu mais de 250 especialistas do Brasil e do mundo e é patrocinado pela Bradesco Seguros, é "Iniciativas Amigas do Idoso".
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