December 23, 2024
Por 🏆 Seguro Gaúcho | André Bresolin
A jornada de Emílio Nunes no mercado segurador é muito longa. Embora sua corretora de seguros tenha 32 anos de atividade, antes de abrir o próprio negócio ele já atuava no segmento. O que muitos não sabem é que fora da esfera profissional, Emílio foi goleiro de futebol de salão por mais de uma década e conquistou vários títulos.
Considerada uma das mais significativas empresas do segmento na região sul do estado, o sucesso da Emílio Nunes Corretora de Seguros é fruto do trabalho contínuo e visionário de seu fundador, o próprio Emílio. Ao lado da esposa Ivone, ele trilhou um caminho de sucesso no segmento. Mas antes de tornar-se corretor, ele trabalhou por 10 anos na Itaú Seguros, onde foi gerente regional.
No tempo em que ocupava a gerência regional na companhia, Emílio viajava bastante e já estava ficando cansado da rotina desgastante de contínuos deslocamentos. “Na época a Itaú Seguros estava encerrando algumas unidades no Brasil e me ofereceu a oportunidade de continuar com a carteira de clientes que eu atendia na seguradora, abrindo minha própria corretora”, relembra.
Ao fundar o próprio negócio, ele teve a possibilidade de fixar residência em Pelotas, sua terra natal, além de conciliar melhor a vida profissional e familiar: “quando abri a corretora de seguros não precisei mais viajar e pude dedicar mais tempo aos meus filhos que eram pequenos”.
O trabalho contínuo em consonância com estratégia e planejamento fez com que a corretora de Emílio obtivesse um crescimento exponencial, além de proporcionar a ele a oportunidade de atuar em prol da categoria. “Por 18 anos integrei o Sincor-RS. Comecei como Subdelegado e depois fui delegado. Também ocupei o cardo de Diretor”, relembra. Atualmente, seus filhos Rodrigo e Raquel atuam na gestão da corretora de seguros.
Emílio, o goleiro
No distante ano de 1959, quando Emilio nem imaginava seu futuro no setor de seguros, o futebol de salão passou a fazer parte de sua vida e ele sempre atuou como goleiro. Naquela época, a modalidade não era chamada de futsal e sim futebol de salão. A bola do jogo era menor e mais pesada, o que dificultava ainda mais a atuação dos goleiros. “Comecei minha trajetória no Paulista Futebol Clube, onde permaneci por 15 anos e fui tricampeão da cidade de Pelotas, em 1972, 1973 e 1974. Posteriormente, joguei na Agremiação, onde fomos campeões municipais, estaduais e conquistamos um torneio internacional em Montevidéu, no Uruguai”, recorda com alegria e saudosismo.
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