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Os anos de carreira e as paixões de Renato Comarin

Ingressado na área de seguros por influência do irmão mais velho, Renato Comarin, Gerente Comercial de Por ...



October 21, 2018

Ingressado na área de seguros por influência do irmão mais velho, Renato Comarin, Gerente Comercial de Porto Alegre e Região da Sompo Seguros, começou cedo a experiência na área. Palmeirense nascido no bairro da Penha, em São Paulo, adotou Porto Alegre como lar há 21 anos. Hoje, com 38 anos de carreira e realizado com as duas filhas, Renato destaca a importância da profissão e a valorização da família.


A extinta São Paulo Seguros foi a porta de entrada de Renato, como office boy. Acompanhou a empresa quando a mesma foi vendida para a Cruzeiro do Sul, em 1985. Mais tarde, foi convidado para trabalhar na área financeira da Seguradora Argos, hoje adquirida pela Chubb.


Após dois anos compondo a equipe da Argos e, até então, com todas suas experiências envolvendo o setor financeiro, decidiu que queria expandir a carreira com uma experiência nova no setor comercial. Encontrou uma oportunidade como vistoriador da Pamcary. Renato lembra bem dos sábados, domingos e feriados de plantão para fazer atendimentos na estrada, aguardando o bip tocar, já que na época não havia celular. “Fazia São Paulo estado inteiro, Mato Grosso do Sul e sul de Minas. Chegava a rodar mil e trezentos quilômetros de fusca em um dia, direto. Só parava para abastecer e comer alguma coisa”.


Ainda pela Pamcary, parou de atender os acidentes na estrada e passou a coordenar a equipe na parte de regulação. Reconhecido por seu trabalho, recebeu em 1997 a oportunidade de ser transferido para uma sucursal em Porto Alegre. Com duas filhas pequenas, Renato veio com a família para a capital gaúcha. “Minha ideia era vir e ficar três anos. Mas já no primeiro ano me apaixonei por Porto Alegre, vendi tudo em São Paulo e fiquei de vez. Minhas filhas cresceram aqui, são apaixonadas, são gaúchas de coração”.


Incentivado pelo gosto por novos desafios, em 2007 participou de um processo seletivo para entrar, na época, na Marítima Seguros. “Foi ótimo porque esse mundo comercial do seguro dos ramos massificados eu conhecia só superficialmente, então agarrei esse desafio com toda disposição possível. Por isso, hoje conheço todos os ramos, de tudo um pouquinho”. Renato considera-se satisfeito em manter até hoje a Sompo como trabalho. “Acompanhei todas as mudanças: Marítima, Yasuda Marítima e agora Sompo. Sou muito feliz aqui. A gente briga pela meta, sim, mas o fator humano está sempre em primeiro lugar”.


A vasta experiência em diversas áreas do ramo de seguros, trouxe a certeza a Renato sobre a importância do setor para a comunidade. Entre várias situações que presenciou ao longo dos anos de trabalho, uma delas o marca sobre as coisas que parecem simples, mas são essenciais. Uma das empresas que trabalhou possuía uma operação em parceria com uma empresa de empréstimo consignado, onde ofertava-se junto com o empréstimo um seguro para Acidentes Pessoais. Este seguro incluía Assistência Funeral. “O que me marcou foi uma das visitas à uma das lojas de empréstimo parceiras. Estava lá a família humilde de alguém que havia comprado o seguro agradecendo ao gerente porque a pessoa faleceu, e eles não teriam dinheiro para sepultar a pessoa. Conseguiram devido ao seguro de Acidentes Pessoais com assistência funeral”.


Atualmente, Renato se vê realizado em ver as duas filhas felizes e encaminhando-se profissionalmente. Vitória, 23 anos, é formada pela UFRGS em Relações Públicas. Giulia, 21 anos, estuda Publicidade e Propaganda na ESPM-Sul. Em relação à carga de trabalho, incluindo viagens, Renato afirma que a saudade sempre aparece.”Quando viajo, o coração aperta. Mas a gestão emocional precisa ser feita”, declara.


Para Renato Comarin, é essencial também aproveitar os momentos de lazer e descanso. No estado natal, seu time do coração é o Palmeiras. Estabelecido agora no Rio Grande do Sul, adotou o Grêmio para torcer também. A admiração pelo tricolor gaúcho surgiu após a decepção de ver seu time paulista perder para o Grêmio nas quartas de final da Libertadores em 95. “Senti raiva na época, mas hoje é admiração. Aqui torço pelo Grêmio. Sofrer não sofro, mas fico chateado quando perde”.


Fora do ambiente de trabalho, Renato gosta de pescar, jogar tênis, assistir filmes e reunir pessoas queridas em churrasco. Além disso, destaca viajar como mais uma paixão. “Se tem uma coisa que ninguém nos tira é o tempo que dedicamos a uma viagem. E não precisar ser só viagens longas, há muitos lugares por perto que é sempre válido conhecer”.





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