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Seguro de carro mais popular

Uma nova modalidade de seguro está em fase de regulamentação pela Superintendência de Seguros Privados (Su ...



Geral
March 7, 2016

Uma nova modalidade de seguro está em fase de regulamentação pela Superintendência de Seguros Privados (Susep); o auto popular. A proposta, caso aprovada, permite às seguradoras consumir peças usadas nos consertos dos veículos segurados, diminuindo, numa perspectiva, cerca de até 30% no valor do seguro. As peças só poderão ser disponibilizadas por empresas de desmontagem especializadas e regulamentadas pela Lei 12.997/14, que regulariza a atividade nos ferros-velhos.

O seguro popular ainda não existe no Brasil, porque antes é preciso regularizar todos os ferros velhos existentes para garantir a procedência do produto. O diretor da Federação Nacional dos Corretores (Fenacor); Carlos Valle, enumera as vantagens. “Entre os fatores que contribuem para essa lei são ajuda ao meio ambiente, a seguridade na procedência das peças e a diminuição no índice de roubos e furtos”, comenta. Para serem comercializados, os itens devem conter um selo de identificação, que possibilita saber a origem da peça.

Valle reforça que as mudanças poderão atender as demandas dos proprietários de carros antigos. “Atualmente os seguros são para modelos nacionais de até 10 anos e internacionais com até cinco. Com o seguro popular, o tempo aumenta para 20 anos e 10 anos, respectivamente”, esclarece, ressaltando a atual escassez de local para reposição de peças legais para os automóveis antigos, já que as montadoras não têm obrigatoriedade de produzir peças de modelos com mais de 10 anos.

O aposentado Aécio de Albuquerque, 77, possui um Gurgel 1986 e relata dificuldades em encontrar peças. “As originais do meu automóvel não são sequer mais fabricadas”, comenta. Para o autônomo André Luiz, 58, proprietário de um Fiat Uno 1996, não é vantajoso fazer o seguro. “Só valeu nos primeiros anos, porque depois você acaba gastando o preço do veículo ou até mais”. Já o servidor público Marco André, 42, dono de um Honda Civic 2003, não há atrativo em pagar um seguro. “Em um acidente é mais vantagem trocar as peças danificadas do que receber o valor do carro ofertado pelas seguradoras”.

Com a proposta popular o valor pago pelo assegurado diminui consideravelmente. O preço dos seguros em geral é de 5% do valor do automóvel, enquanto para motos o valor fica em torno dos 10%. O corretor de seguros, Nelson Antunes, ressalta sobre a importância de ler as cláusulas do contrato. “Existem várias formas de contratar um seguro de automóvel, mas a diferença de preço entre elas é pequena. É preciso estar atento”, afirma. Seguro total é aquele que cobre danos como roubo, furto, acidentes, enchentes e quedas de árvore.





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